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Notícia

Alojamento local vai gerar este ano impacto económico de 432 milhões

O alojamento local em Portugal deverá gerar em 2019 um impacto económico de cerca de 432 milhões de euros.

Segundo num estudo elaborado pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias para a HomeAway, o alojamento local (AL) em Portugal deverá gerar este ano um impacto económico de cerca de 432 milhões de euros. “O estudo demonstra que o alojamento local continua a evidenciar um crescimento sustentado, que em 2018 foi de 16,6%, o que resulta do grau de maturidade assinalável que o setor já manifesta em Portugal”, conclui o relatório.

Neste período, foram 1,9 milhões de viajantes que procuraram este tipo de alojamento, numa despesa média por pessoa de 637,74 euros por pessoa, um valor que inclui alimentação ou atividades culturais e transportes.

Já 42,1% dos utilizadores de AL foram famílias, seguidas dos 39,5% de casais e 17,5% de grupos de amigos. Algarve, Norte, Centro e Alentejo concentraram 25,1%, 22,4%, 19,3% e 18,2% da procura, respetivamente. O estudo revela ainda que 62,2% dos utilizadores reservaram o alojamento através da internet.



981,5 milhões pertencem ao Algarve

Entretanto, um recente estudo encomendado pela AHRESP ao ISCTE revela que o volume de negócios anual do alojamento local no Algarve já atinge os 981,5 milhões de euros, e contribui com 354 milhões para o PIB nacional. Este relatório mostra que o Algarve tem 32.405 unidades de AL registadas no Registo Nacional de Alojamento Local, sendo que Albufeira, Loulé e Portimão tem 51,6% das casas para turistas (7.361, 5.033 e 4.310, respetivamente).

77% da oferta algarvia é composta por apartamentos e 21,3% diz respeito a moradias. Mais de metade dos proprietários tem apenas uma unidade sob gestão e 66% são empresas que gerem 66,1% dos alojamentos. As taxas de ocupação médias anuais são superiores a 50% para 68,8% dos alojamentos.

São ingleses, portugueses e franceses os que mais procuram alojamento local no Algarve, opção “muito apelativa”, segundo o estudo, para famílias (pais entre os 40 e os 50 anos), “particularmente com crianças”.

Por outro lado, 72,9% dos alojamentos receberam um investimento de até 10 mil euros, e apenas 6% de mais de 500 mil euros. Os proprietários esperam recuperar os seus investimentos a cerca de 6 anos e meio, sendo que 69,6% considera que as suas expetativas foram cumpridas, e 23,5% superou as mesmas.