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Notícia

Casa Eficiente aposta na eficiência energética

Programa tem dotação de 200 milhões na primeira fase e deverá abranger intervenções em 100 mil habitações

O programa Casa Eficiente, linha de financiamento que vai disponibilizar “acesso a empréstimos em condições muito favoráveis para obras de melhoria do desempenho ambiental das casas e edifícios maioritariamente habitacionais”, está em processo de análise junto do Banco Europeu de Investimento, tendo já merecido a sua pré-aprovação, condição indispensável para o arranque deste mecanismo.

Este programa, que deverá contemplar cerca de 100 mil habitações numa primeira fase, tem uma dotação de 200 milhões de euros. Segundo Manuel Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), entidade agregadora do programa, o mesmo destina-se “a todo o tipo de proprietários, independentemente da sua dimensão e localização geográfica, ou seja, está orientado para a generalidade dos particulares, dos condomínios e empresas”. Esta “abrangência nas tipologias de intervenção e de beneficiários, é precisamente a caraterística mais inovadora do programa”, considera.



Procedimentos simples

O acesso ao programa será feito através do portal Casa Eficiente, um balcão virtual que vai receber as candidaturas ao programa e disponibilizar mais informação sobre o mesmo. Este programa visa conceder financiamento em condições mais favoráveis a operações que promovam a melhoria do desempenho ambiental dos edifícios de habitação particular, com especial enfoque na eficiência energética e hídrica, bem como na gestão de resíduos urbanos.

A CPCI, enquanto entidade promotora do programa Casa Eficiente, “irá assumir um duplo papel”. Por um lado, “juntamente com os ministérios envolvidos, a Confederação definirá e implementará a orientação estratégica do programa”.

Por outro lado, “com o apoio técnico de entidades como a ADENE, a APA ou a EPAL, irá criar o portal Casa Eficiente, que funcionará como um balcão virtual onde se poderão apresentar de forma muito simplificada as candidaturas, bem como obter toda a informação sobre o tipo de obras financiadas, as poupanças estimadas ou as empresas habilitadas para os trabalhos a realizar, entre outras questões”, explica Reis Campos.

O objetivo “é o de massificar o acesso a estes instrumentos de financiamento, dando-se um contributo que consideramos essencial para alargar o âmbito da reabilitação urbana, estendendo-se à generalidade do território e envolvendo também entidades como pequenos proprietários”, afirma Reis Campos.

Desta forma, assegura, “estamos a facilitar o acesso à habitação, a dinamizar o mercado do arrendamento e a contribuir para o cumprimento das metas ambientais a que Portugal está vinculado, ao mesmo tempo que se cria emprego e gera atividade económica, requalificando as nossas cidades e vilas”.

Assim, “para além da informação relevante e de um diretório de empresas que poderão realizar as obras”, será no portal Casa Eficiente que “serão submetidas, de forma desmaterializada, as candidaturas”.

Após validação técnica, “o processo é enviado para o banco que procederá à análise dos elementos financeiros e disponibilizará o empréstimo nas condições definidas”. O desenho do programa aponta para um prazo de cerca de dois meses entre a apresentação da candidatura e a celebração do contrato de empréstimo, estima o presidente da CPCI.