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Notícia

Casa Eficiente com aval do BEI

Programa tem dotação de 200 milhões na primeira fase. Governo estima alavancar até 3,5 mil milhões de euros num período de vários anos na reabilitação

Governo vai alocar 100 milhões de euros para a expansão de áreas empresariais

O programa Casa Eficiente recebeu já o aval do Banco Europeu de Investimento sob a forma da sua pré-aprovação, condição indispensável para o arranque deste mecanismo. A garantia foi do ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, no decurso de um encontro com empresários do setor da construção e imobiliário na sede da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).

Recorde-se que este programa, que deverá contemplar cerca de 100 mil habitações nesta primeira fase, tem uma dotação de 200 milhões de euros. Segundo Manuel Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), entidade agregadora do programa, este “irá disponibilizar o acesso a empréstimos em condições muito favoráveis”.

O mesmo destina-se “a todo o tipo de proprietários, independentemente da sua dimensão e localização geográfica, ou seja, está orientado para a generalidade dos particulares, dos condomínios e empresas”. Esta “abrangência nas tipologias de intervenção e de beneficiários, é precisamente a caraterística mais inovadora do programa”, considera.



Plano de investimento alargado

Pedro Marques salientou que o Plano Nacional de Reformas contempla um conjunto de instrumentos financeiros que, na componente de reabilitação urbana, abrangem o Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas – IFRRU 2020, o Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado – FNRE, para além do Casa Eficiente. Através destes três veículos de financiamento, o Governo estima “alavancar até 3,5 mil milhões de euros num período de vários anos”. A este junta-se o investimento de “180 milhões de euros nos novos bairros sociais”.

A par da reabilitação urbana, o responsável aponta outras linhas orientação estratégica, no âmbito da valorização do território, tais como os planos de investimento da ferrovia, portos (com investimentos de 2500 milhões de euros) e aeroportuária, “todos em curso, mas que alcançarão expressão acrescida nos anos de 2018, 2019 e 2020”.

Também na componente de valorização das áreas empresariais, serão alocados 100 milhões de euros para a expansão e modernização destes equipamentos. No seu conjunto, em 2017 “o investimento público deverá superar os 22% estimados”, concluiu.

Manuel Reis Campos, presidente da CPCI, recordou que “existe um compromisso [do Governo] com o reforço do investimento público”. O responsável sublinhou a necessidade de “um quadro legal mais claro e ajustado”, destacando a importância e o impacto da revisão do Código dos Contratos Públicos. Um conjunto de alterações “com aprovação para breve”, anunciou Pedro Marques, que prevê a entrada em vigor do novo quadro legal no final do primeiro semestre deste ano.