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Notícia

Centro Hospitalar de Lisboa Central coloca imóveis em hasta pública

São 13 imóveis a colocar em hasta pública durante a Semana de Reabilitação Urbana de Lisboa. Retorno será aplicado em investimentos de substituição de equipamentos médicos

Os imóveis localizam-se, na sua maioria, em zonas históricas de Lisboa

O Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) vai colocar no mercado, através de hasta pública, um conjunto de 13 imóveis localizados em pleno centro de Lisboa. O procedimento, que terá lugar no próximo dia 31 de março no contexto da IV Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa, que este ano decorre no renovado Cineteatro Capitólio, no Parque Mayer, pretende alienar este conjunto de imóveis pelo valor base de sete milhões de euros.

A hasta pública engloba prédios construídos na primeira metade do século passado. Trata-se, como explicou fonte do Ministério da Saúde, de um conjunto de imóveis que pertencem ao Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), “entidade dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial” e, “no essencial, vieram à sua posse por força de liberalidades”.

Os imóveis localizam-se, na sua maioria, em zonas históricas de Lisboa e “têm um fraco estado de conservação, considerando que a prioridade deste Centro Hospitalar sempre foi investir nas suas obrigações para com os utentes do SNS”. Nesse sentido, não estão “previstas quaisquer intervenções” nos referidos imóveis, “a não ser as absolutamente urgentes. Será possível realizar as intervenções que, nos termos da lei e regulamentos camarários, forem autorizadas”.

O retorno da hasta pública será” integralmente aplicado em investimentos de substituição de equipamentos médicos, absolutamente urgentes para os doentes do CHLC, de forma a responder às necessidades sentidas e que possam também vir a ser necessários para o novo hospital de Lisboa”, refere a mesma fonte.



Descrição dos imóveis

Os imóveis localizam-se nas freguesias de São Vicente, Misericórdia e Santa Maria Maior. Entre estes estão um prédio urbano sito na Calçada dos Barbadinhos, com os números 81-83, na freguesia de São Vicente. Trata-se de um “prédio em propriedade total com a área bruta de construção de 248,00 m2 e igual área bruta privativa”, “composto de R/C com cinco divisões e quintal, 1º. andar com seis divisões; 2º. andar com seis divisões e 3º. andar com seis divisões”.

Também na Calçada dos Barbadinhos, com os números 85-91, consta um “prédio em propriedade total com a área bruta de construção de 480,00 m2 e igual área bruta privativa”. Este é composto por “R/C na porta nº. 85, com quatro divisões; R/C na porta nº.87 com quatro divisões; R/C na porta nº. 91 com três divisões; 1º. Andar E com cinco divisões, 1º. Andar D com três divisões, 2º. Andar E com seis divisões, 2º. Andar D com três divisões; 3º. Andar E com seis divisões; 3º. Andar D com três divisões”.

No mesmo arruamento, com o número 93, localiza-se “um prédio em propriedade total com a área bruta de construção de 80,00 m2 e igual área bruta privativa” e “composto de R/C composto de três divisões e quintal e 1º. andar com três divisões”. Todos os três prédios localizados na Calçada dos Barbadinhos incluídos na hasta pública têm o mesmo artigo matricial.

Por sua vez, na freguesia da Misericórdia, localiza-se um prédio na Calçada do Combro, 35-39, “em propriedade total com uma área de implantação de 103,00 m2 num terreno com a área total de 132,00 m2”, “composto por loja, três andares e águas furtadas”.

Na mesma freguesia, na Calçada Salvador Correia de Sá, 8-16 e Rua dos Cordoeiros, 27, será colocado um “prédio em propriedade total, com uma área de terreno e de implantação de 270,00 m2 e com a área bruta privativa total de 1604,45 m2”, “composto por lojas, sobre loja, bar, rés-do-chão e cinco andares, com um total de 17 fogos com utilização independente”.

Na Rua da Bela Vista à Graça, 12-16, freguesia de S. Vicente, um “prédio em propriedade total, com uma área total de terreno e de implantação de 91,96 m2, com a área bruta de construção de 270,00 m2 e mesma área bruta privativa”, “composto de três pavimentos, construção antiga, nº 12 loja e dois andares; nº 16 loja”. Destina-se a comércio e habitação.

Na mesma rua, com os números 18-24, um “prédio em propriedade total, com uma área de implantação de 95,95 m2 num terreno com a área total de 186,89 m2 e com a área bruta de construção de 191,90 m2 e mesma área bruta privativa total”, “composto de dois pavimentos”. Segundo a descrição, trata-se de uma construção antiga, destinada a comércio e habitação. “Tem quintal entre nº 10 e 12, nºs 18 e 22 lojas, nº 20 com dois andares”.

Na Rua da Palmeira, 11 e Rua Eduardo Coelho, 14 e 14-A, freguesia da Misericórdia, um “prédio em propriedade total, com uma área de implantação de 152,00 m2 num terreno com a área total de 488,50 m2 e com a área bruta de construção de 944,50 m2, área bruta privativa total de 608,00 m2 e área bruta dependente de 336,50 m2”. Trata-se de um edifício “com quatro pavimentos, r/c, 1º, 2º andares e sótão e uma dependência”. O “R/c tem sete divisões; 1º andar - sete divisões; e 2º andar – oito divisões e sótão corrido, jardim e terraço; dependências: cinco divisões”.

Na freguesia de Santa Maria Maior, um imóvel localizado na Rua do Benformoso, 224-226, “em propriedade total, com uma área de implantação de 55,00 m2 num terreno com a mesma área total e com a área bruta de construção de 220,00 m2 e mesma área bruta privativa total. Prédio composto de Loja no n.º 224 e três andares no n.º 226”. Destina-se a comércio e habitação. No mesmo arruamento, será ainda colocado o imóvel com os números 38 a 40.

Na Rua do Passadiço, n.º 11, freguesia de Santo António, um “prédio em propriedade total, com uma área de implantação de 182,20 m2 num terreno com a mesma área total e com uma área bruta privativa total de 620 m2”, composto por “quatro pisos com a área total coberta de 182,20 m2 e com um total de oito fogos com utilização independente”.

Ainda na Misericórdia, desta feita na Rua dos Poiais de S. Bento, 92-96, um “terreno com 100 m2, com escombros do edifício que ruiu, com uma fachada também em ruínas que a CML exige preservar”.

Na freguesia da Misericórdia, um edifício, sito na Rua das Gáveas, 63 a 69, Travessa dos Fieis de Deus, 6 a 10 e Rua do Norte, 68, em propriedade total, com uma área de implantação de 260,00 m2 num terreno com a área total de 340,00 m2 e com a área bruta de construção de 1560,00 m2 e mesma área bruta privativa total.

Finalmente, na Travessa do Cabral, 42, na Misericórdia, um “prédio em propriedade total, com uma área de implantação de 71,50 m2 num terreno com a mesma área total e com a área bruta privativa total de 176,50 m2”. Trata-se de um edifício “composto por três andares, destinado a habitação, com um total de três fogos com utilização independente”.