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Notícia

Lisbon Green Valley: novos projetos arrancam ainda este ano

Vendidas “em tempo recorde” as primeiras 24 casas do Lisbon Green Valley, o André Jordan Group vai agora arrancar com as próximas obras na nova fase do Belas Clube de Campo, colocando no mercado cerca de 40 novas unidades ainda em 2018.

O projeto inclui um prédio com 16 apartamentos T1 a T3 e um conjunto de seis “towhouses” T4+1.

SUSANA CORREIA

A informação foi revelada pelo CEO do grupo, Gilberto Jordan, que a 17 de julho foi o anfitrião de um encontro onde deu a conhecer os últimos desenvolvimentos naquele que é o maior resort residencial da Grande Lisboa. “Numa altura em que o mercado se queixa da falta de produto, nós temo-lo aqui e concluído dentro dos prazos devidos”, realçou, admitindo que “as nossas expetativas iniciais foram superadas”.

Foi há um ano que o Belas Clube de Campo deu o pontapé de saída à sua nova fase de expansão, o Lisbon Green Valley, lançando as obras e as vendas das primeiras unidades, entre as quais se inclui um prédio com 16 apartamentos T1 a T3 e um conjunto de seis “towhouses” T4+1. Vendidas todas as casas “em tempo recorde” e em fase de construção, o grupo prepara-se para arrancar com a construção e comercialização de mais três projetos até ao final do ano, colocando no mercado três tipologias distintas de produto: um lote com 16 apartamentos, 15 townhouses e um conjunto de 8 moradias em banda, e com os quais estima encaixar um volume de vendas de 45 milhões de euros.

“Estamos a fazer poucas moradias, mas com um leque de tipologias bastante amplo o que representa um esforço muito grande de promoção”, notou Gilberto Jordan, sublinhando que “um dos principais elementos diferenciadores dos produtos do Lisbon Green Valley é que correspondem ao mais elevado padrão em termos de sustentabilidade e eficiência energética”.



Brasileiros lideram a procura, seguidos dos portugueses

Os estrangeiros foram responsáveis por 73% das vendas nesta primeira fase do Lisbon Green Valley. “Cerca de 45% das vendas a estrangeiros foram feitas a cidadãos brasileiros, com aquele país a liderar a procura em termos de nacionalidades. Só depois surge o mercado nacional (27%), seguindo-se a Bélgica (9%), Grã-Bretanha (5%), França (5%) e outros países (9%)”, adiantou o diretor-comercial do Belas Clube de Campo, Bruno Martins. A seu ver, “o sucesso do nosso produto no Brasil é fruto, por um lado, do grande esforço comercial que temos vindo a desenvolver naquele país e, por outro lado, porque este é um formato de produto muito do agrado de uma determinada franja de mercado que é, precisamente, o target naquele país”.

Independentemente da nacionalidade, o perfil do cliente do Lisbon Green Valley são “famílias com dois filhos, empresários, profissionais liberais, executivos, bem como famílias que transferem a sua residência para Portugal e que procuram a qualidade de vida e a tranquilidade em plena segurança, sem perder de vista a ligação com a natureza e a proximidade com o centro da capital”, descreve o André Jordan Group.

Estendendo-se por mais de mil hectares inseridos no novo Parque Florestal da Serra da Carregueira, e localizado a 15 minutos do centro de Lisboa, o Belas Clube de Campo é atualmente morada para cerca de 800 famílias de 27 nacionalidades, contando com cerca de 2500 residentes.



Mais de 98 milhões investidos desde 2016

Além do investimento aplicado diretamente pelo André Jordan Group no desenvolvimento do empreendimento, “nos últimos dois anos e meio o Belas Clube de Campo captou 98 milhões de euros junto de mais de 100 famílias e empresas que ali decidiram comprar as suas casas e/ou desenvolver projetos”, revelou Gilberto Jordan.

Um valor que inclui a compra de terrenos, a construção de moradias, aquisição de apartamentos ou a construção da escola, bem como as vendas realizadas entre 2016 e o primeiro semestre de 2018, e que deverá continuar a crescer a bom ritmo nos próximos anos. Até porque, além da componente residencial, o Lisbon Green Valley tem ainda previsto projetos para uma unidade de saúde, um centro hípico e um hotel, que serão desenvolvidos por terceiros.



Sustentabilidade é uma aposta ganha

Uma das bandeiras do André Jordan Group, a aposta na sustentabilidade já está bem presente nos projetos do Lisbon Green Valley. Mas, o objetivo é ir cada vez mais além ao longo das fases seguintes e, com isso em vista, o grupo vai lançar em parceria com a Homing (do grupo Casais) uma Casa de Elevado Perfil Ambiental (EPA). Trata-se, no fundo, de um projeto piloto que integrará eficazmente diversas componentes de arquitetura e engenharia, privilegiando a eficiência energética e hídrica (integradora dos requisitos de mobilidade elétrica e integrável numa comunidade de energia), resultando “numa casa saudável, confortável e atraente”.

“O investimento em sustentabilidade e a eficiência energética é algo que perdura no tempo. E isso está em linha com o nosso posicionamento no mercado, já que o André Jordan Group desenvolve os seus projetos numa ótica de longo prazo”, afirmou Bruno Martins, sublinhando que “todas estas questões são cada vez mais valorizadas pelos nossos clientes”.

Os retornos são evidentes, não só ao nível da redução de consumos e da pegada ambiental, mas valorizando também o próprio imóvel: só no último ano, as casas neste resort residencial valorizaram mais de 20% face a 2016.