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Notícia

Loteamento Parque dos Cisnes à venda por €125 milhões

O processo de comercialização deste loteamento em Miraflores já iniciou e contempla 21 lotes para habitação e 2 para usos terciários. O objetivo inicial é a venda da totalidade dos lotes.

Susana Correia

O loteamento Parque dos Cisnes, em Miraflores, está no mercado em busca de investidores, com um asking price de €125 milhões, tendo já sido realizados “os primeiros contactos exploratórios para colher a sensibilidade do mercado a esta oportunidade de investimento”, garante ao Público Imobiliário a Parvalorem S.A., escolhida pelo Millennium bcp – proprietário do loteamento- para proceder à sua comercialização. Este valor contempla todos os 23 lotes de terreno para edificação (21 de habitação e 2 de uso terciário) que compõem o empreendimento, cuja área bruta de construção acima do solo ascende a mais de 171.000 m2. Numa primeira fase, serão “privilegiadas as propostas de aquisição que compreendam a totalidade dos lotes”, explica a mesma fonte, revelando que são os investidores estrangeiros que mais têm manifestado interesse neste produto, especialmente os que “procuram oportunidades de investimento com atributos muito específicos e cuja taxa de retorno exigida ronda os 30 a 40% das vendas, considerando o profit on gross development value”, diz a Parvalorem S.A. Não obstante esta apetência internacional, os “contactos diretos previstos com investidores previamente identificados” incluem quer players nacionais quer estrangeiros que “preencham o perfil de risco e de capacidade de desenvolvimento adequados ao empreendimento”. Nos casos de “comprovado interesse, poderão ser concedidos períodos de reserva para análise e apresentação de propostas”, revela a Parvalorem S.A.,que avança ainda que serão também contactadas “mediadoras com acesso aos mercados internacionais relevantes para o empreendimento”, com o objetivo de “promover reuniões para demostração da viabilidade económica do produto imobiliário”.

Apesar da venda lote-a-lote não estar prevista, a venda de grupos de lotes, em alternativa à venda conjunta do loteamento, não está descartada, podendo “posteriormente equacionar-se” esta possibilidade, com a salvaguarda de que “não se tratam de compras especulativas” frisa a Parvalorem S.A., esclarecendo que se “obrigará o comprador à edificação no prazo que venha a ser acordado”. De acordo com esta fonte, “o período de desenvolvimento imobiliário adequado à dimensão e especificidades técnicas e comerciais do empreendimento ronda os 48 meses, compreendendo a sua construção integral e a comercialização de, pelo menos, 80% das frações em oferta”. O Millennium bcp tem a “noção de que, dada a dimensão muito grande do empreendimento, a colocação quer numa possibilidade quer noutra não será fácil nem rápida”, mas está bastante confiante no processo de comercialização, tendo em conta que o produto se “encaixa num segmento de mercado com procura crescente nos últimos tempos”, e que permitirá “colmatar a falta de habitação nova na zona de Lisboa”, comenta Ramiro Gomes, Responsável de Vendas Grandes imóveis Sul da Direção de Negócio Imobiliário do banco.



Potencial de vendas ascende a €449 milhões

O potencial de vendas deste empreendimento ascende a cerca de €449 milhões, de acordo com as contas da entidade que está a promover a sua comercialização e que estima um preço médio de venda/m2 de 3.000 euros para o produto residencial e de 2.280 euros para as áreas de comércio e serviços. Para chegar a esta projeção “foi considerada a área bruta privativa (ABP) em 88% da Área Bruta de Construção”, explica a Parvalorem S.A., que teve por referência “a base de dados do Sistema de Informação Residencial da Confidencial Imobiliário, reportados à freguesia do empreendimento, com análise de sensibilidade às freguesias limítrofes, considerando as externalidades positivas e negativas”, Destinado maioritariamente ao uso habitacional e “ao segmento de famílias”, o Parque dos Cisnes prevê a edificação de 952 fogos em 21 edifícios, os quais incluem uma componente de comércio/serviços no embasamento. A oferta do empreendimento habitacional é complementada por dois edifícios destinados a usos terciários, que poderão acolher hotelaria ou escritórios. No total, a área bruta de construção acima do solo ascende a 171. 881 m2, dos quais 142.019 m2 são de habitação, 5.620 m2 de comércio no embasamento dos edifícios residenciais e 24.242 m2 destinados a serviços.





Quase 1.000 novas casas às portas de Lisboa

Numa altura em que a escassez de habitação nova quer em Lisboa quer nas zonas limítrofes começa a ser evidente, o Parque dos Cisnes poderá “contribuir para colmatar esta falta”, considera Ramiro Gomes, Responsável de Vendas – Grandes Imóveis Sul da Direção de Negócio Imobiliário do Millennium bcp, Banco que é proprietário deste loteamento. Localizado a apenas 6 km do centro de Lisboa numa zona com excelentes acessos, no Casal das Romeiras, em Miraflores, o empreendimento prevê a edificação de 952 apartamentos, direcionados sobretudo ao cliente nacional que aspira a residir próximo da capital e que privilegia uma vivência urbana de qualidade. “A expetativa é que este produto se destine maioritariamente ao segmento de famílias, tanto na ótica da compra como do arrendamento”, esclarece a Parvalorem S.A., que o Millennium bcp encarregou de comercializar o loteamento. Nesta última modalidade, “o cliente poderá ser tanto nacional como não nacional, comprando numa ótica de investimento, para colocar o produto no mercado de arrendamento”.

Inserido entre o parque verde de Monsanto e o parque urbano de Miraflores - que configura cerca de 40.000 m2 de zonas verdes do próprio empreendimento -, o Parque dos Cisnes totaliza uma área bruta de construção acima do solo de 171.881 m2, dos quais 142.019 m2 se encontram distribuídos por 21 lotes habitacionais, complementados ainda por áreas comerciais no embasamento (cerca de 5.620 m2 de abc). Além deste enquadramento paisagístico, a inserção urbana beneficiando da proximidade de equipamentos nas áreas de ensino, segurança, repartições públicas, comércio e serviços é um dos argumentos da oferta a nascer aqui. O Parque dos Cisnes constitui-se simultaneamente como “uma unidade urbana autónoma (lógica de quarteirão) com identidade própria fruto da configuração e rede de acessibilidades viárias, incluindo a acessibilidade ao centro de Lisboa (Amoreiras/Marquês de Pombal), à CRIL, à A5 e ao Eixo N/S”, refere a Parvalorem S.A, que destaca ainda “a sua inserção no Corredor Oeste, onde se localizam os principais centros empresariais da AML e a proximidade à vasta oferta comercial de Alfragide”.

Os argumentos servem também para realçar a atratividade da componente terciária prevista, a qual contempla dois lotes para desenvolvimento de hotelaria, serviços, comércio ou escritórios, numa ABC acima do solo de 24.242 m2. O projeto prevê ainda 240 lugares de estacionamento público, além dos mais de 2.800 lugares privados para residentes. O empreendimento está totalmente infraestruturado e em condições de se iniciar a construção dos edifícios, estimando-se que o desenvolvimento imobiliário possa ocorrer em “três fases, iniciando-se a construção da seguinte logo que esteja comercializada uma parte significativa da fase anterior”, num processo que, no total do empreendimento, não deverá ser superior a 2 anos.