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Notícia

Mercado de escritórios com mais transações e ocupação líquida

Até final do ano entrarão no mercado da capital cinco novos projetos, numa área disponível de 29 mil m²

A atividade no mercado de escritórios de Lisboa continua em franco dinamismo nos últimos meses, sendo que a área ocupada até outubro supera em 14% o nível registado em igual período de 2016, atingindo os 125.304 m², apurou a última edição do Office Flashpoint da JLL.

O número de operações concluídas ascende aos 218 negócios contabilizados nos primeiros 10 meses de 2017, que representam um aumento de 35% face a 2016. Também a absorção líquida (que resulta de expansão de área ou entrada de novas empresas no mercado) reflete o crescimento da atividade. De acordo com a análise do Office Flashpoint, da área absorvida até outubro, 67.679 m² corresponde a absorção líquida, ou seja 19,3% acima dos 56.700 m² líquidos registados em 2016.

Quanto à atividade mensal, em outubro foram concluídas 19 operações, totalizando uma área de 11.833 m², um volume 48% abaixo do mês anterior e 5% abaixo do mês homólogo.

Em outubro, foram contabilizadas três operações envolvendo áreas superiores a 1.000 m², todas no Corredor Oeste: a tomada de 2.861 m² no edifício Álvares Cabral Q42 na Quinta da Fonte; o arrendamento de 1.764 m² no edifício V do Parque Suécia pela José de Mello Saúde, e por último, os 1.483 m² ocupados pela Outsystems no Central Park. Neste mês, mais de 60% da área colocada refere-se a expansões de área e entrada de novas empresas (Absorção Líquida).



Escassez de oferta

O Prime CDB de Lisboa foi a zona da cidade que maior ocupação registou no terceiro trimestre deste ano, segundo a CBRE. Neste período, foram ocupados 35390 m², num total de 70 transações entre julho e setembro, mais 3% de área que no trimestre anterior. O CBD1, que diz respeito às zonas da Avenida da Liberdade, Marquês de Pombal, Avenida Fontes Pereira de Melo e Saldanha, registou um aumento de 45% na absorção de escritórios nesse trimestre, zona onde se verificou uma subida na renda prime de 2,5% para 19 euros/ m²/mês. No Parque das Nações foram realizados mais sete negócios, que comparam com as quatro operações do trimestre anterior.

Até ao final do ano deverão entrar no mercado um total de cinco novos edifícios de escritórios com uma área disponível de 29 mil m², mas até ao momento foram já formalizados vários contratos de pré-arrendamento, deixando disponíveis apenas 9000 m² no mercado.

Perante este cenário, a CBRE realça que a escassez na disponibilidade de produto deverá motivar novas subidas no valor das rendas em algumas áreas da cidade.

Por sua vez, a consultora Aguirre Newman constata que, no período acumulado entre janeiro e outubro deste ano, a colocação de escritórios na capital aumentou 14%, num total de 125304 m² contratados. No mês de outubro, a área contratada foi 5% inferior à registada em igualo mês do ano passado, num total de 11833 m² contratados. De janeiro a outubro, registaram-se 218 operações, mais 57 negócios que em igual período do ano passado. A superfície média de contratações caiu de 16%, de 683 m² em outubro de 2016 para 575 m² em outubro passado.





Novos projetos alargam mercado no Porto

Tal como em Lisboa, também no Porto a disponibilidade de espaços de escritórios que respondem aos requisitos da procura é baixa. Atualmente o mercado de escritórios do Porto, que integra os concelhos de Vila Nova de Gaia, Matosinhos e Maia, contabiliza cerca de um milhão de metros quadrados de espaços empresarias.

O Marketview ‘Mercado Imobiliário do Porto’, desenvolvido pela CBRE, explica que “devido à reduzida disponibilidade”, a renda prime na principal zona empresarial do Porto (Boavista) “aumentou 4% para 14,00€/m2/mês, em 2017, face a igual período do ano passado”, sendo que “nas restantes zonas empresariais do Porto e nos concelhos confinantes a renda prime varia entre 10 e 12,5€/m2/mês”.

Para 2018, a consultora imobiliária aponta o impacto da abertura de novos edifícios de escritórios, destacando o Urbo Business Center, em Matosinhos, com uma área de 13.500 m2 e a expansão do Centro Empresarial da Lionesa em mais 50.000m2.

Um dos projetos que marcará este segmento na Invista é o Porto Office Park. Este empreendimento de escritórios, promovido pela holding Violas Ferreira, ocupará as antigas instalações dos STCP delimitadas pela Avenida Sidónio Pais e ruas João Araújo Correia, Tenente Valadim e Pedro Hispano. Com 31.400 m2 de ABC acima do solo e 29 mil m2 de ABL, o projeto inclui dois edifícios de 15.544 m2 acima do solo (RC+8 pisos) e 590 lugares estacionamento em cave, bem como restaurante, ginásio e três campos de padel. Projeto exclusivamente para escritórios, tem uma área por piso de 1850 m2. A conclusão da obra está prevista para Junho de 2019.