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Notícia

Millennium bcp dinamiza mercado imobiliário de Santarém

Para já são oito os imóveis residenciais que o Millennium bcp disponibiliza em Santarém. Mas o banco tem em vista uma ação comercial de maior volume que deverá ir para o mercado ainda em outubro.

O Millennium bcp está a preparar uma ação comercial no distrito de Santarém delineada para a carteira de imóveis limitada ao segmento de produto ‘retalho’, um segmento que engloba a habitação de venda avulsa de valor comercial até 750 mil euros e que representa 26% da carteira total deste segmento de retalho neste distrito.

O distrito de Santarém, para além do seu próprio dinamismo interno, começa a ser uma clara alternativa a Lisboa, pela sua proximidade, infraestruturas, transportes e, obviamente, um preço por metro quadrado mais atrativo. “Estamos a preparar uma ação de dinamização comercial, precisamente centrada no distrito de Santarém, na qual irão ser envolvidos cerca de 50 imóveis residenciais, como apartamentos, moradias e pequenas quintas”, explicou ao Público Imobiliário Carlos Nunes, responsável de vendas Retalho Sul, da Direção de Crédito Especializado e Imobiliário, do Millennium bcp.

Esta ação, que a seu tempo será divulgada, está prevista iniciar ainda no mês de outubro e terá um formato, de alguma forma diferente do habitual uma vez que irão ser convidados todos os mediadores do distrito de Santarém a participarem. “A estes, sobretudo os que não têm atualmente protocolo de venda de imóveis com o Millennium bcp, será feito, em breve um convite para aderirem e participarem nesta ação, na qual temos boas expectativas e que contará com o apoio direto da Rede Comercial do banco”.



Oito ativos já em venda

Entretanto, o banco está já a comunicar a venda de oito ativos no distrito, em concelhos como Mação, Tomar, Abrantes, Benavente, Coruche, Entroncamento e, obviamente, Santarém. “Tendo presente a composição atual da carteira de imóveis do banco, maioritária em não residenciais, diria que o fator de maior distinção seja tratar-se de oferta de imóveis exclusivamente residenciais. Este aspeto, por si só, define algo de diferente, sobretudo por se tratar do tipo de imóveis em que habitualmente existe procura mais ativa”, disse Carlos Nunes.

Numa outra perspetiva, e segundo a finalidade que lhe atribuam, o responsável assumiu estar a falar de propriedades que, tanto podem constituir uma oferta para primeira habitação, como para segunda habitação, tendo presente a sua localização e características. “Nesta perspetiva, o leque de público-alvo alarga-se para além das fronteiras do distrito de Santarém, sendo relevante o fator de proximidade da área da Grande Lisboa”.

João Pimenta, da Era Santarém, que atua em concelhos como Santarém, Almeirim, Alpiarça e Chamusca, confessa que cada vez há menos imóveis para venda, sejam no mercado de novos, seja nos usados. “Na banca acontece a mesma situação, cada vez aparecem menos imóveis”. O especialista explicou que os imóveis que agora o Millennium bcp coloca em venda são particularmente interessantes, quer pelo valor de mercado, quer pela associada redução de taxa e algumas isenções em termos de custos processuais, o que “torna os imóveis muito competitivos, mesmo tendo em conta a concorrência dos particulares, até pela possibilidade de o financiamento ser até os 100%”.

Como potenciais compradores, João Pimenta diz que os imóveis da zona urbana, nomeadamente os apartamentos, deverão ficar nas mãos de locais, enquanto as propriedades mais rústicas são altamente procuradas por mercados como o francês, inglês ou belga. Portugueses, nomeadamente de Lisboa, a procurarem moradias de segunda habitação também é algo recorrente. “No fundo são vários tipos de compradores”.



Investidores de olho em Santarém

Quanto a investidores, e obviamente assumindo não ser a loucura de valorização que é Lisboa, João Pimenta diz que Santarém é atrativa dada a sua estabilidade. “Acaba por ser um mercado mais seguro e menos especulativo”, disse.

Claro que o facto de estar a menos de uma hora de Lisboa e ter uma rede de acessos muito boa, potencia os ativos. “Penso que há uma janela de oportunidade para quem não consegue comprar casa em Lisboa e privilegia a qualidade de vida”.

Frederico Miranda, da Adiante Abrantes, que atua mais na parte Norte do distrito, em Abrantes, Mação, Sardoal, Tomar ou Torres Novas, salientou que o mercado tem vindo a registar um aumento na procura de habitação própria. “Houve uma altura em que a dificuldade de acesso a financiamento fez com que o mercado estabilizasse, mas agora tem vindo a registar um crescimento”. Nesta geografia a oferta de usados ainda se vai verificando, sendo mais complicada a disponibilidade de imóveis novos, “o que estagna um pouco a subida de preços”.

Os imóveis que o Millennium bcp disponibiliza nesta geografia, segundo Frederico Miranda, deverão ser absorvidos pela população local, para primeira habitação. “Há no entanto também casas para segunda habitação e até alguns ativos mais adequados ao mercado de investimento”.

Ana Cipriano, da Remax Rumo Entroncamento, outro parceiro do banco na comercialização destes ativos, atua em Torres Novas, Entroncamento, Tomar, Abrantes e Ferreira do Zêzere, localidades onde existem várias realidades distintas, e esclarece que em Torres Novas e Entroncamento estaremos a falar mais em primeira habitação. Tal como os outros dois parceiros, também Ana Cipriano acredita que existem ainda ativos para segunda habitação e outros destinados a clientes estrangeiros, nomeadamente para o investimento em B&B. “As vias de comunicação têm muita qualidade, para além de estarmos a 50 minutos de Lisboa com uma qualidade de vida que não tem comparação com a capital”. A especialista salientou ainda o facto de os passes sociais terem agora tarifas reduzidas, o que acaba por ser atrativo e um ponto a favor do distrito.