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Notícia

Millennium bcp vende lojas em Sacavém e Amadora

O Millennium bcp tem para venda um conjunto alargado de espaços comerciais situados em Sacavém e Amadora.

Em Sacavém, são 16 os ativos que o Millennium bcp tem à venda, localizados no centro da Urbanização Terraços da Ponte, uma zona residencial de primeira habitação ocupada por classe média-alta. Esta cidade tem vindo a ganhar cada vez mais comodidades em termos de espaço urbano, com obviamente a atratividade de estar ligada de forma privilegiada a Lisboa e também forma ágil a outras localizações seja pela A1, A8 e mesmo pela Ponte Vasco da Gama.

O banco esclarece que as frações comerciais estão ainda numa fase inacabada, fundamentalmente em tosco, mas com canalizações, rede elétrica, equipamento sanitário e caixilharias colocados e executados. Das 16 lojas, quatro têm estrutura para saída de fumos.

Os edifícios onde as lojas se inserem são de pequeno ou médio porte com comércio ao nível do 1º andar, rés do chão ou 1ª cave e estas têm áreas brutas privativas que variam de 37,5 a 425,5 m2, beneficiando ainda de uma área dependente entre 25 a 205 m2. Convém salientar que as lojas dispõem de estacionamento próprio em cave.

Já na Amadora, os espaços comerciais em venda são 11 e estão inseridos em três edifícios de habitação multifamiliar na Urbanização Vila Chã, igualmente uma zona residencial de primeira habitação, recente e de qualidade. E apesar da urbanização se encontrar ligeiramente afastada do centro da Amadora, beneficia de razoáveis transportes públicos.

As frações encontram-se ainda em tosco, à exceção de uma que está terminada e inserem-se ao nível do rés-do-chão com estacionamento próprio em cave entre um a quatro carros cada.

Os espaços são amplos com áreas brutas privativas a variarem entre 112 a 142 m2 e áreas dependentes entre 12,5 e 54 m2.



Comércio e serviços

Para promover estes ativos, foram três os parceiros que se uniram ao Millennium bcp: Century 21 Nações, NGI e Remax Vantagem.

Carlos Nunes, responsável de vendas Retalho Sul, da direção de Crédito Especializado e Imobiliário do Millennium bcp, acredita que a venda será concretizada de uma forma dinâmica, tendo presente a sua localização e condições apresentadas. “No entanto, sabemos que se trata de um segmento onde os negócios são mais ponderados do que no habitacional”, salientou o responsável ao Público Imobiliário.

No conjunto dos ativos em causa, Carlos Nunes diz haver lojas com características adequadas a qualquer tipo de atividade, apesar de, obviamente, “as lojas que têm maior visibilidade face ao exterior (rua) terão boas condições para atividades de âmbito comercial”. Já aquelas com menor exposição, diz Carlos Nunes “poderão ser mais apelativas para serviços, dado que este tipo de atividades não é tão sensível à falta de visibilidade e de movimentação pedonal”.

O responsável destacou neste grupo de imóveis a concentração das lojas, quer em Sacavém quer na Amadora. “Estamos a falar de um hipotético centro de comércio e serviços que, a promover como tal, tem, em nossa opinião, viabilidade para funcionar”. Exemplo disso é o tradicional comércio, com pastelaria e padaria, talho, lavandaria (tradicional ou low-cost), até à instalação de serviços, como por exemplo, empresas de contabilidade, farmácia, laboratório de análises clinicas, advogados e solicitadores, entre outros. “Estes, são negócios úteis para um espaço urbano e que vemos como viáveis para ali se instalarem, e com sucesso”.



Espaços abertos

A promoção dos ativos na Amadora está a “cargo” da Remax Easy, com Rui Fernandes a destacar o facto de a urbanização Vila Chã ser de construção relativamente nova, estando as lojas situadas numa rotunda principal, local por onde as pessoas têm “obrigatoriamente” de passar. “A maior parte dos espaços comerciais estão abertos e isso nota-se pelo tipo de procura que estamos a ter. Algumas delas têm saída de fumos, o que permite restauração”. Aliás, duas lojas já têm clientes interessados para as seguintes finalidades - uma hamburgueria e um infantário. “Duas das lojas já foram usadas pelo que já estão com aspeto de acabadas, mas as restantes estão em bruto, podendo a obra ser feita completamente ao gosto do cliente”.





Lacunas a preencher

José Araújo, da Century 21 Nações, um dos parceiros do banco para a promoção dos ativos nos Terraços da Ponte, em Sacavém, adiantou ao Público Imobiliário que das cinco lojas que estão a comunicar, as três mais pequenas, de 40 a 50 metros quadrados, já têm propostas submetidas ao banco. “É uma zona particularmente interessante porque estamos a falar de uma urbanização de 1500 ou dois mil fogos que tem pouca oferta de comércio por isso uma grande apetência para a sua instalação”. No levantamento que o promotor realizou há certas lacunas na zona que podem agora ser colmatadas. “Os residentes têm de se deslocar para irem a uma pizzaria ou comprar take-away, por exemplo. Acreditamos que um negócio desse género nesta zona seria altamente viável”. Lavandaria self-service ou mercearia foram outros dos exemplos dados por José Araújo.

A Remax Vantagem tem quatro lojas a seu “cargo”, em open space, o que confere ao ativo uma área que ultrapassa os 700 metros quadrados. O pé-alto de cinco metros e saída de fumo foi algo destacado por Pedro Marques que ‘aposta’ num ginásio, até porque se trata de uma zona dormitório. “Não há nenhum nas proximidades e seria um negócio que poderia funcionar naquela zona, dotada de construção nova e ocupada por classe média-alta”. Um restaurante de referência foi outra sugestão dada pelo profissional da Remax Vantagem. “Também sei que existe alguma procura por parte de congregações que necessitam de espaços grandes para os seus cultos e esta pode ser uma solução”. Pedro Marques enfatizou ainda a possibilidade do imóvel ser comprado em leasing, até um período de 15 anos, “o que torna muito atrativa a prestação mensal”.

Marta Gomes, da NGI, destacou sobretudo o facto da zona residencial envolvente ser de construção recente e com ruas largas. O estacionamento ser gratuito e disponível foi algo igualmente enaltecido por Marta Gomes que de resto privilegia o comércio local. “O pé-alto é de cinco metros o que permite fazer uma mezzanine e assim aproveitar um segundo piso, para além de serem lojas com muita luz e que revelam qualidade de construção”. Estando os acabamentos por fazer, “permite que o cliente adapte o espaço à sua medida”, de resto algo já salientado por outros promotores. Marta Gomes acredita que as seis lojas que tem para promoção serão mais dedicadas a empresas de serviços que não dependam “de movimento pedonal”. Um bom restaurante foi algo igualmente mencionado por Marta Gomes.