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Notícia

My Story Hotels com cinco novas unidades em projeto

Rede que associa conveniência à história da capital abre quatro unidades até 2018. Investimento ronda 150 mil euros por quarto

A terceira unidade do grupo My Story Hotels deverá abrir portas até ao terceiro trimestre do ano. O My Story Hotel Tejo resulta da ampliação e remodelação do Hotel Lisboa Tejo. Esta rede tem previsto abrir em 2018 mais três unidades: os hotéis My Story Hotels Praça da Figueira e Rua Augusta, e um outro na Rua do Ouro. Desta forma, serão seis os hotéis a funcionar sob o conceito que transforma edifícios tradicionais da Lisboa antiga em espaços de alojamento.

De acordo com Manuel Goes, diretor do grupo, esta cadeia de hotéis de três e quatro estrelas “associa aos vetores conveniência, inerente às suas localizações centrais”, a relação “qualidade e conforto acima da média relativamente à categoria” ao “preço”.

O primeiro hotel da rede, My Story Hotel Ouro, que abriu em fevereiro de 2014, está situado num edifício do século XVIII, no coração da histórica área da Baixa de Lisboa, e apresenta uma decoração temática inspirada nos azulejos portugueses.

Surge em seguida o My Story Hotel Rossio, que abriu em março do ano seguinte, onde os azulejos e lustres antigos, a mobília de design e as referências ao fado remetem para um conceito de romantismo.

Assim, estes hotéis, “assumidamente posicionados para city breaks”, oferecem “uma experiência genuína que resulta de um atendimento personalizado, da presença de detalhes que enquadram e transmitem a história do local, da proximidade com o centro onde essa história teve e tem lugar”.

Com as novas aberturas “poderemos aumentar a oferta de unidades extremamente bem localizadas na Baixa de Lisboa, mas todas com características diferentes”, afirma o mesmo responsável.



Potencial para crescer

A taxa de ocupação média anual dos hotéis de Lisboa “é um sinal inequívoco de que existe espaço para crescer, quer em volume quer em preço”, estima Manuel Goes. Este crescimento tem, no entanto, de “ser sustentado numa política de preços sensível, não só ao desenvolvimento turístico de Lisboa, mas também ao desenvolvimento dos destinos concorrentes”, alerta.

Assim, considera existir “uma enorme necessidade de maior e melhor interação e coordenação entre os vários sectores de atividade que, direta ou indiretamente influenciam a qualidade da oferta turística”.

A “abrangência” deste sector e “a necessidade de coordenação com áreas tão distintas” como os transportes públicos, cultura, infraestruturas básicas, limpeza, segurança, saúde e educação “justificam a criação de um ministério que tutele o turismo e reconheça a importância deste sector para o desenvolvimento do país.”

A maioria dos hóspedes desta rede vem a Lisboa em lazer (city breaks) e são sobretudo oriundos de países europeus, sendo que França, Alemanha, Espanha e Itália são os principais mercados. “Lisboa é uma cidade fantástica que atrai hóspedes de todas as idades”, refere Manuel Goes.

Neste momento, com três unidades abertas, a cadeia disponibiliza 155 quartos, “com um investimento a rondar os 150 mil euros por quarto”. Em projeto “temos mais cinco unidades, que acrescentarão cerca de 400 quartos”, sublinha.

O diretor da marca refere que “neste momento estamos focados em Lisboa e na concretização dos projetos existentes, no entanto estamos atentos a potenciais oportunidades noutras localizações em Portugal”, conclui.