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Notícia

Novo responsável da Porto Vivo assegura continuidade

José Carlos Nascimento refere “continuidade e renovação” em “novos desafios” e deixou um compromisso de “trabalho em estreita colaboração com a autarquia”

Reabilitação urbana trouxe um ânimo que está a renovar o tecido social das cidades

Fernanda Cerqueira

Na sua primeira intervenção pública na qualidade de novo presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense (Porto Vivo – SRU), que teve lugar no workshop ‘Como investir no imobiliário nacional – investimento individual e estruturado’, promovido pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), José Carlos Nascimento falou na “continuidade e renovação” em “novos desafios” e deixou um compromisso de “trabalho em estreita colaboração com a autarquia, numa relação aberta e pautada pela transparência com todos os agentes e de diálogo profícuo”.

Recorde-se que o mesmo responsável havia já dado nota da “prioridade aos problemas das pessoas no que se refere ao reforço da reabilitação do Centro Histórico da Cidade do Porto” em comunicado.

A Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) recorda que o professor da Universidade do Minho José Carlos Batista do Nascimento e Silva substitui Álvaro Santos.

Quanto ao “reforço da reabilitação do Centro Histórico da cidade do Porto, será realizado tendo como enfoque prioritário os problemas das pessoas, assegurando a diversificação de funções e a diversidade social e cultural” da zona histórica. A SRU acrescenta ainda que irá adotar modelos de atuação facilitadora, flexível e de valorização das energias da cidade e da colaboração entre instituições, sendo que para o efeito terá em conta os conceitos de “Smart Cities” e de “Transformação Digital”.



Procura diversifica-se

A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) reconhece uma nova dinâmica no imobiliário nacional com o setor a dar “notórios sinais de crescimento qualitativo” não só em Lisboa, mas também no Porto, num movimento que se estende a todo o país.

“É com grande satisfação que vejo o setor do imobiliário a evoluir de uma forma qualitativa notável”, disse o presidente da APPII, Henrique Polignac de Barros no mesmo evento.

Para Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da APPII, “o Porto está na moda, mas mais do que isso a procura pelo imobiliário nacional, em diferentes pontos do país, está em crescimento”.

A reabilitação urbana trouxe um “novo ânimo” que está não só a “renovar o tecido urbano mas também social das cidades”, referiu António Tavares, Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto (SCMP). Na ocasião o responsável sublinhou ainda o impacto do Programa Reabilitar para Arrendar, promovido pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), na reabilitação do património da SCMP, “num esforço de aproximadamente 10 milhões de euros”.

Presente nesta sessão esteve também José Pedro Aguiar-Branco, da JPAB – José Pedro Aguiar-Branco Advogados, para quem é necessário “quebrar este ciclo de euforia, depressão, euforia que em nada ajuda ao crescimento do país”, acrescentando que é “nossa responsabilidade criar condições de confiança. Garantir estabilidade e segurança, elementos essenciais para quem quer investir”.

“Precisamos de um crescimento baseado em investimento e exportações e não num consumo incipiente”, acrescentou João Duque, sendo que no que ao investimento diz respeito, o professor catedrático do Instituto Superior de Economia e Gestão reconheceu à fileira da construção e imobiliário “um peso fundamental na economia nacional, estando neste momento sob o foco dos investidores.