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Notícia

Número de fogos em licenciamento no Grande Porto cresce 90%

Entre janeiro e setembro deste ano, entraram em processo de licenciamento 3.445 novos fogos nesta região. Apartamentos são 80% dos fogos em pipeline.

Foto: Câmara Municipal VN Gaia

Susana Correia

O investimento no desenvolvimento de novos projetos residenciais está a ganhar ritmo no Grande Porto. Só nos primeiros nove meses de 2017, entraram em licenciamento municipal nesta região 887 projetos residenciais, contabilizando-se um total de 3.445 novos fogos, avança a Confidencial Imobiliário em exclusivo ao Público Imobiliário. Apurados no âmbito da análise e tratamento dos pré-certificados energéticos emitidos pela ADENE (os quais têm de, obrigatoriamente, integrar os processos de licenciamento municipal de obras), estes dados mostram que o número de projetos cresceu 46% face às 606 obras em carteira contabilizadas nos primeiros nove meses de 2016, enquanto que o número de fogos disparou 90%.

A construção nova concentra quase dois terços dos projetos residenciais em carteira este ano na região (64%, para ser mais preciso), sendo um segmento que regista um aumento de 40% no número de projetos entre 2016 e 2017. As obras de reabilitação, apesar de ocuparem uma menor fatia do total de projetos, evidenciaram também um crescimento assinável, passando de 200 projetos em 2016 para 317 em 2017.



Apartamentos dominam nova oferta

A aposta nos edifícios de apartamentos teve um forte contributo para a evolução do pipeline residencial no Grande Porto. Ainda que represente apenas cerca de um quarto do total dos 887 projetos em licenciamento na região, este tipo de construção concentra, contudo, perto de 80% do volume de fogos e o número de edifícios que entrou em carteira quase duplicou nos primeiros nove meses do ano. No total, neste período entraram em processo de licenciamento 230 projetos de apartamentos no Grande Porto, o que revela um aumento de 80% face aos projetos registados nos primeiros nove meses de 2016. Os edifícios de pequena dimensão (de entre 3 a 10 apartamentos) são o principal alvo de investimento, concentrando 70% das edificações em altura; seguindo-se os edifícios de média dimensão (10 a 20 fogos), com um peso de 20%, e os projetos com mais de 20 fogos, com uma quota de 10%.



Investimento cresce em todos os concelhos

De acordo com a Confidencial Imobiliário, “acompanhando a evolução positiva verificada a nível da região”, o investimento na construção de habitação cresceu em todos os concelhos do Grande Porto, com um aumento transversal do volume de projetos entre 2016 e 2017. Destacam-se Matosinhos e Gaia, onde o potencial de investimento quase duplicou no primeiro caso e acelerou cerca de 66% no segundo. Também com subidas significativas – entre 34% e 49% - estão os concelhos do Porto, Póvoa do Varzim, Gondomar e Maia.

Já em termos de distribuição desta oferta, Porto e Gaia concentram o maior volume de projetos em carteira (respetivamente 275 e 173). Na restante zona litoral do Grande Porto, o volume de obras totaliza os 254 projetos, sobressaindo Matosinhos (99) e Póvoa do Varzim (79). Os concelhos da coroa interior do Grande Porto agrupam 185 projetos habitacionais, com Gondomar a concentrar cerca de metade deste volume e Maia e Valongo com um quarto do total cada. À exceção do Porto (onde a reabilitação domina o investimento, concentrando 71% dos projetos em licenciamento), em todos os concelhos da região é a construção nova que domina, exibindo quotas superiores a 70% em todos os casos.