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Notícia

O impacto do Covid-19: Construção e Imobiliário à espera de medidas...

Tal como a epidemia, os impactos desta crise nas empresas estão agora a surgir em força.

Opinião

Manuel Reis Campos - Presidente da AICCOPN e da CPCI


E, apesar de ainda estarmos muito longe de conseguir apurar a real dimensão desta situação extraordinariamente séria e grave, é este o momento de agir, sob pena de, como já referi por diversas vezes, estarmos perante um possível desastre absoluto, no Setor da Construção e do Imobiliário, tendo em conta que representa 600 mil trabalhadores.

As medidas extraordinárias estão mais do que identificadas e todos sabemos que são imprescindíveis. Suspender o pagamento de impostos, fazer chegar liquidez de forma imediata às empresas, apoiar financeiramente os encargos com o pessoal, são necessidades imediatas e indiscutíveis, para a generalidade das atividades, mas para o Setor da Construção e Imobiliário em particular. E, como tivemos oportunidade de transmitir ao Governo, esta é uma atividade que, sem trabalho nem pagamentos, não tem receitas e, só na Construção, suporta encargos diretos, com trabalhadores e banca, de 493 milhões de euros mensais.

O Estado de Emergência não decretou a suspensão das obras, mas há muitas que o foram, por iniciativa dos respetivos donos, ou por não existirem condições de segurança. A gestão das empresas e dos seus trabalhadores é, neste momento, uma sucessão de decisões caso a caso, de resolução de problemas ad hoc, sem mecanismos efetivos de apoio imediato.

Neste momento, as empresas do Setor sentem que estão por sua conta e risco. O “vamos ficar todos bem”, que circula pelas redes sociais e que, muito bem, tem de nortear o nosso pensamento e a nossa ação, não pode ficar sem resposta por parte do Governo.

Outros Governos europeus estão a anunciar medidas fortes para o Setor da Construção e Imobiliário e Portugal não pode ficar atrás. Este não é um desafio qualquer. É a nossa sociedade, o nosso modo de vida que está em causa. E não é tempo de regatear meios, mas sim de envidar os esforços para que, salvas todas as vidas que se puderem salvar, possamos rapidamente reconstruir o nosso País. Nessa altura, mais do que nunca, vamos precisar das empresas, mas, para que isso aconteça, temos de ser capazes de, entretanto, conseguir assegurar a sua sobrevivência.

A Construção e Imobiliário, após ter alertado o Governo para os efeitos nocivos desta crise sem precedentes, aguarda as necessárias medidas extraordinárias, à semelhança do que já sucedeu com outros setores da economia.