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Notícia

Pátio da Galé recebe Semana da Reabilitação Urbana em abril

Falta menos de um mês para o arranque da VI Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa, evento organizado pela Vida Imobiliária e pela Promevi e que decorre este ano no Pátio da Galé, de 8 a 14 de abril.

A Semana da Reabilitação Urbana, o mais importante evento nacional de ativação do movimento da regeneração e renovação urbana e urbanística em Portugal, vai subir a palco no Pátio da Galé, de 8 a 14 de abril, um evento organizado pela Vida Imobiliária e pela Promevi.

A sexta edição acontece num momento em que a capital está mais vibrante e dinâmica do que nunca, e impõe-se, por isso, um debate renovado. As Novas Políticas de Habitação, a proposta de uma Nova Lei de Bases de Habitação, um novo regime para a reabilitação urbana, ou a urgência da Habitação Acessível serão alguns dos temas em destaque, além do financiamento à reabilitação urbana, ou as oportunidades para a promoção imobiliária.

O evento reúne um apoio alargado do setor público e privado. Tem confirmados ao patrocínios Platina da Schmitt + Sohn Elevdores, Secil, ECOCIAF e do Santander, além dos patrocínios Ouro da Reynaers, Oli, Hilti, Sanitana, e Grupo Sanjose. Nos patrocínios institucionais, entram a ALP, a OET, o IMPIC, e o LNEC.

O evento tem ainda os apoios institucionais da OE, OA, APPII, APRUPP, APFIPP, AHP, InvestLisboa, e do RICS, além do apoio da Câmara Municipal de Lisboa e do Turismo de Lisboa.



Edição de 2018 foi um êxito

A edição do ano passado da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa, que igualmente decorreu no Pátio da Galé, superou as expectativas da organização. Foram sete dias onde

o tema da RU foi debatido entre os cerca de seis mil participantes, mais de 100 oradores e com o apoio de mais de 40 parceiros. O ano passado foi a edição mais participada de sempre. Para além dos seis mil registos, na altura Arturo Malingre, diretor do evento, salientou o facto de se terem associados a esta organização mais de 40 parceiros que viabilizaram o evento, “entre ordens e associações profissionais, instituições públicas, empresas do mercado imobiliário e da fileira da construção”.

Arturo Malingre aproveitou na altura para agradecer aos mais de 100 oradores o seu “extraordinário contributo para a reflexão e debate das diferentes temáticas do RU”, o que torna esta Semana da RU de Lisboa “no mais importante evento nacional de ativação do movimento da regeneração e renovação urbana e urbanística em Portugal”.

O ano passado, na sessão de abertura, Manuel Reis Campos, presidente da CPCI - Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, notava que o setor atravessava “um novo ciclo de consolidação da reabilitação como um verdadeiro desígnio nacional”, referindo que Portugal está no bom caminho já que “encarou a reabilitação como um dos motores da produtividade territorial e dinamizadora económica e social”. O responsável considerou que “Lisboa é hoje uma metrópole cosmopolita que figura nos principais roteiros mundiais”. Esta dinâmica “permite-nos afirmar que é o momento certo para recuperar as cidades, num momento regenerador. Está em causa mais do que a recuperação física do património construído, mas também uma reabilitação inteligente e sustentável para a competitividade territorial”.



Reabilitação é central nas políticas urbanas

A edição do ano passado contou ainda com a presença de João Pedro Matos Fernandes, ministro do Ambiente. Na sessão, o governante expressou ser tempo de tomar decisões na área da habitação. “Hoje, a Reabilitação Urbana é um objetivo central das politicas urbanas”, e a sua contribuição para a proteção e qualificação do meio ambiente “é essencial e consensual”.

Realçando ainda a importância do apoio e qualificação das empresas, destacou programas como o IFRRU, que já regista “números impressionantes”, o Casa Eficiente, que verá um novo protocolo assinado ainda esta semana, ou a constituição do Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado, que ficará pronto “em menos de um mês”. Já o Reabilitar para Arrendar “está em velocidade cruzeiro”.

E notou que “a política de reabilitação do Governo não acaba aqui. Queremos criar condições para que a reabilitação passe de exceção à regra. A reabilitação é um desafio partilhado pelo Governo”. Além disso, “será evidente o papel da reabilitação nas novas políticas de habitação, e o inverso terá também de ser verdadeiro”, concluiu.