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Notícia

Pesquisa online é o primeiro passo na compra de casa para 57% das pessoas

Esta procura incide quer sobre os imóveis em oferta quer sobre a informação relativa às etapas de compra, revela um estudo global.

Ana Tavares

O estudo internacional “Real Estate in a Digital Age 2017”, realizado pela norte-americana National Association of Realtors, revela que 57% das pessoas que decidem comprar casa iniciam este processo com uma pesquisa online. “Vivemos atualmente num mundo digital e procurar uma casa não foge a esta realidade”, nota o documento. A maioria das pesquisas (44% nesses 57%) diz respeito à procura de potenciais imóveis, sendo esta uma forma de “maximizar a capacidade de comparação entre casas num determinado mercado de acordo com as caraterísticas selecionadas”, refere o estudo. Os restantes 13% (da fatia de 57%)que recorrem aos meios online num primeiro contacto com este processo procuram informação sobre as etapas de compra. Estas pesquisas numa fase inicial do processo de venda permitem ao comprador “estar hoje mais informado sobre o mercado antes de falar com um mediador”, que continua a ser uma opção a que maioria dos compradores recorre posteriormente para o apoiar na compra.

Esta parece ser também a realidade em Portugal. De acordo com José Farinha, do Marketing da Direção de Negócio Imobiliário do Millennium bcp, uma das entidades bancárias mais dinâmicas na atividade de desinvestimento imobiliário, “atualmente é difícil encontrar no segmento habitacional um interessado que não passe primeiro pelos portais imobiliários para fazer a pré-seleção do que pretende”. E com isso em vista, o Banco acaba de lançar uma nova edição da campanha “Faça a Sua Oferta”, exclusiva do seu portal M Imóveis. No âmbito desta ação, os interessados podem fazer, apenas a partir deste portal, “uma proposta de compra de um imóvel por um valor diferente do que está anunciado”, apesar dos imóveis abrangidos estarem também colocados em mediação. “Os mediadores têm um papel decisivo nestas ações”, fazendo “uma dinamização extra” dos imóveis, embora a proposta de compra tenha que ser sempre feita pelos interessados diretamente no portal M Imóveis.

Esta complementaridade entre o recurso aos canais digitais e os mediadores é ainda evidenciada por Ricardo Sousa, Administrador da Century 21 Portugal. A rede analisou as tendências de consumo de habitação dos Millennials, i.e., a geração de pessoas nascidas entre 1981 e 2000; e que procura, consulta, compara informação na Internet e compra, cada vez mais, em canais digitais. Permanentemente conectados, estes consumidores “estão a obrigar o setor imobiliário a abandonar a lógica de foco no produto para passar a focar-se no serviço, nas pessoas e nas suas necessidades específicas”, comenta aquele responsável. Por isso, e ainda “que os consumidores procurem informação e conteúdos online para iniciar o processo de compra ou arrendamento de um imóvel, precisam do apoio do consultor imobiliário”, o qual “tem que estar também conectado, em qualquer canal ou rede social”. Até porque, os Millennials estão habituados a encontrar , a partir dos seus dispositivos móveis, tudo o que necessitam e a compra de casa não é diferente.

O estudo norte-americano mostra que esta geração é uma das mais ativas no recurso aos meios digitais, com uma percentagem de 99% destes indivíduos a afirmar ter recorrido à internet, em geral, como fonte de informação na sua pesquisa por imóveis. São os dispositivos móveis os mais utilizados nestas pesquisas online, procurando-se informação sobretudo em sites com fotos, listas de imóveis em oferta e com informação sobre os passos num processo da compra. As fotografias, a informação detalhada sobre o imóvel, as visitas virtuais, informação sobre o bairro e envolvente, além de mapas interativos são os fatores mais valorizados num site por quem faz estas pesquisas.







Foto: iStock.com/Wellglad