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SIGA OS SEGUINTES PASSOS PARA OBTER O SEU RELATÓRIO DE VALOR IMOBILIÁRIO

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  • 5 Os dados do imóvel serão reportados à Confidencial Imobiliário (Ci) que em 24 horas* devolve um relatório por via eletrónica. Antes de serem enviados, os resultados são validados por um técnico da Ci, recorrendo à análise estatística do mercado / tipologia selecionados.
  • * No caso de pedidos realizados aos sábados, domingos ou feriados, ou após as 18h00, as 24 horas contam-se a partir das 9h00 do 1º dia útil seguinte.

Notícia

Portugal e as comunidades portuguesas no mundo

As celebrações do dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas são uma oportunidade para comemorar, um pouco por todo o mundo, a presença global de um povo, de uma língua e de uma história que foi ganhando, ao longo dos tempos, uma expressão universal. Mas são, também, um momento para refletir sobre o nosso posicionamento estratégico e sobre a capacidade de tirar partido da nossa vocação de nação globalizada e aberta ao mundo.

Opinião

Manuel Reis Campos - Presidente da AICCOPN


O setor da Construção e do Imobiliário é um exemplo desta realidade.

Somos uma atividade que representa um volume de negócios externos anual de 10,8 mil milhões de euros, a que se devem somar os 4,7 mil milhões de investimento estrangeiro em ativos imobiliários nacionais. Somos o quarto país europeu com maior faturação no mercado da construção africano e o terceiro na América Central e do Sul, ao mesmo tempo que, no plano interno, temos vindo a consolidar a posição de Portugal enquanto destino de investimento imobiliário.

Ou seja, hoje este é um caminho com dois sentidos, que tira partido do que o nosso País tem de melhor.

Ao saber-fazer e à competência dos nossos profissionais, à qualificação dos nossos técnicos, à capacidade e resiliência dos empresários portugueses, que souberam diversificar a sua atividade e correr riscos, junta-se a nossa excelente localização que permite um acesso estratégico aos mais diversos mercados mundiais. Somos o país europeu mais próximo do Continente Americano, podemos estar no centro das mais importantes rotas internacionais e devemos funcionar como uma ponte transatlântica. Somos uma porta de entrada para o mercado da UE e uma plataforma privilegiada para o relacionamento com os países africanos de língua oficial portuguesa. Por outro lado, as nossas cidades, a Reabilitação Urbana, a Habitação e o património edificado, afirmaram-se, definitivamente, como catalisadores do investimento privado e fatores de coesão social.

Aliás, este potencial que é uma das nossas maiores riquezas, foi reconhecido, na semana passada, pelo Conselho Europeu. Nas suas recomendações, para além de evidenciar a falta de investimento público, que tem ficado sistematicamente abaixo de todas as metas, incluindo as do próprio Governo, a Europa pede uma focalização em domínios como “os transportes ferroviários e infraestruturas portuárias, na transição energética e para uma economia hipocarbónica, e no alargamento das interconexões energéticas”.

De igual modo, é a Europa que nos alerta para o potencial intrínseco da nossa situação geográfica, apelidando-nos de “ponto de entrada marítimo natural, especialmente para as rotas transatlânticas”. Através de programas como o “Connecting Europe Facility” ou o “Plano de Investimento Externo da União Europeia” é assumido o nosso papel na imprescindível ligação Europa – África, fundamental para promover o crescimento económico e a competitividade do mercado europeu. Ao mesmo tempo chama a atenção para questões como a importância do investimento ferroviário, do desempenho ambiental dos edifícios ou para a necessidade de adaptação às alterações climáticas.