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Notícia

Prioridade ao investimento no debate político

A última legislatura demonstrou, uma vez mais, que Portugal continua a apresentar uma crónica incapacidade para planear o investimento e, consequentemente, para cumprir um planeamento adequado.

Opinião

Manuel Reis Campos - Presidente da AICCOPN

A aprovação do Programa Nacional de Investimentos (PNI 2030) não se concretizou, uma vez que a Assembleia da República foi incapaz de promover os esperados consensos em torno de projetos que são estruturantes para o País. Não obstante um discurso transversal em defesa do reforço do investimento público, o melhor que este Parlamento conseguiu produzir foi uma Recomendação que não faz mais do que sugerir ao próximo Governo que “tenha em consideração as propostas” que constam de um relatório que identifica diversas obras apontadas como necessárias para o País.

Num momento em que as empresas enfrentam problemas como a falta de mão-de-obra qualificada e a concorrência desleal e vivem, quase exclusivamente, do investimento privado, perante esta indefinição o tecido empresarial não tem possibilidade de perspetivar o seu futuro com a confiança que se exige, com a agravante de expor o Setor à concorrência externa, já que este não tem possibilidade de antecipar, adequadamente, o volume ou o tipo de obras que irão ser realizadas no curto e médio prazo.

Aliás, é a própria Comissão Europeia que alerta para o facto de Portugal, em conjunto com Itália e Espanha, registar o nível de investimento público mais baixo da Europa, situação que é intolerável, porque acarreta consequências ao nível da competitividade do País e do próprio investimento privado. Neste contexto, é fundamental que, o debate político que se está a iniciar, apresente soluções e propostas, por parte de todos os partidos, que permitam identificar de forma clara o que cada um deles defende para que se possa manter um posicionamento competitivo e dinamizar o investimento.

Domínios estratégicos como a reabilitação urbana, que se deve alargar a todo o território, a criação de condições para o aumento da oferta habitacional em vez do recorrente erro que é olhar para o imobiliário apenas como uma fonte de receitas fiscais e a identificação e calendarização dos projetos de investimento prioritários, são matérias têm de estar em debate permanente nesta campanha para as legislativas.

É fundamental, à semelhança do que se passa na generalidade da Europa, assegurar níveis de investimento público compatíveis com as necessidades há muito identificadas como essenciais para o nosso desenvolvimento coletivo e para a coesão territorial e social em Portugal.