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Notícia

Projeto para moradias, centro de conferências e hotel promete dar nova vida a Sintra

Ao todo, o loteamento tem 16.105 m2 de área bruta de construção distribuídos por 32 lotes de terreno. Situado em Monte Santos e inserido no Plano Especial de Ordenamento do Território do Parque Natural Sintra-Cascais, o loteamento está em venda por 13,5 milhões de euros. O Millennium bcp irá receber propostas para a sua aquisição até dia 15 de março.

Situado em Monte Santos, Sintra, o loteamento tem projeto aprovado, prevendo além de uma unidade hoteleira e um centro de conferências, moradias que se destacam pela forma como se integram e “fundem” no terreno.

Monte Santos, em Sintra, vai ganhar nova “vida”. No âmbito da sua estratégia de desinvestimento imobiliário, o Millennium bcp está a comercializar um loteamento com uma área bruta de construção de 16.105 m2, entre o Centro de Ciência Viva na Ribeira de Sintra e o Hokey Club de Sintra, por 13,5 milhões de euros. O projeto engloba 32 lotes de terreno, inseridos no Plano Especial de Ordenamento do Território do Parque Natural Sintra Cascais, cuja operação urbanística se enquadra nas “Áreas Urbanas” do PDM da cidade. O loteamento tem já um projeto de arquitetura desenvolvido pelo Arquiteto João Brandão, o qual prevê moradias unifamiliares, uma unidade hoteleira e um centro de conferências, este último projetado para o edifício destinado a uso comercial.

Com uma área total de 77.090 m2, o loteamento integra 30 lotes para habitação com áreas entre 1.202 e 4.526 m2, destinados à construção de moradias unifamiliares isoladas; um lote com 3.061 m2 para onde está prevista a construção de um edifício destinado a comércio e para o qual o projeto contempla o centro de conferências; e um lote destinado à edificação de uma unidade hoteleira com 30 lugares de estacionamento, numa área máxima de implantação de 2.056 m2 e 4.112 m2 de área bruta de construção. “No que respeita a este lote de terreno para Hotel, o Banco detém mais 5 prédios, que contíguos ao referido lote terão de ser comercializados em conjunto. O arquiteto que efetuou os estudos prévios referentes ao Hotel havia já considerado que os referidos terrenos fariam parte do logradouro da unidade hoteleira”, revela Carlos Nunes, responsável de Vendas Retalho Sul, da Direção de Crédito Especializado e Imobiliário do Millennium bcp.

“Dada a particularidade do loteamento enquadrar um lote para usos hoteleiros, e este ser um dos seus principais aspetos valorizadores, acreditamos que o investidor mais provável seja um promotor que se fará ‘acompanhar’ de um operador hoteleiro”, disse ainda ao Público Imobiliário, Carlos Nunes. “Não pensamos que a construção do hotel tenha que avançar primeiro ou que deverão ser as moradias. No entanto, seguramente que o envolvimento de um grupo hoteleiro com o promotor dará maior credibilidade a todos os interessados que se queiram posicionar no loteamento para ali investir também nas moradias”.



Loteamento com características únicas

Os principais fatores de atratividade para um promotor decorrem das características próprias e quase únicas do loteamento. Em termos de posicionamento face à componente natural da região, o espaço tem uma excelente vista de serra para o Castelo dos Mouros, para o Palácio da Pena, Palácio dos Seteais, entre outras edificações tradicionais da zona. As acessibilidades rodoviárias, gerais e de proximidade, são de boa qualidade, distando cerca de 20 minutos de Lisboa, cinco minutos do centro histórico e da estação de comboios de Sintra e 15 minutos da Praia das Maçãs. “Neste contexto, o podermos apresentar a um comprador final a ideia e a imagem de estar na sua moradia, passear na sua urbanização – ou ainda, a um hóspede do hotel de 5 estrelas –, e usufruir em paralelo das condições naturais, com o Palácio da Pena ao alcance do olhar, é de facto algo valorizador e que torna este loteamento quase único e apelativo. A sua localização, colocando-o também a cerca de 15 minutos das praias, é igualmente um fator de atratividade”, salientou Carlos Nunes.



Projeto aprovado

Numa outra perspetiva, o responsável enfatizou o facto de o loteamento ter um projeto aprovado, com moradias pensadas para se integrarem na paisagem, ‘sem ‘beliscarem’ o meio onde se inserem e contando com níveis de excelência, “como só assim poderia ser”, salientou. De igual forma, diz Carlos Nunes que “o Hotel e o Centro de Conferencias são duas mais-valias importantes para o loteamento e fatores de valorização do mesmo, o que por certo determinará uma maior atratividade de compradores finais para as moradias”.

O loteamento possui 30 lotes para construção de moradias unifamiliares isoladas, com dois lugares de estacionamento e com áreas brutas de construção que podem variar entre 216 e 500 m2. Assim, diz Carlos Nunes que pelo enquadramento e zona onde se localiza o loteamento, este produto se destina, acima de tudo, a quadros superiores de empresas, a empresários, “mas também a compradores estrangeiros que identificam e valorizam o local, não apenas pelo loteamento em si mas também por todo o charme de Sintra, bem conhecido além-fronteiras”.

O responsável classificou este loteamento como uma “oportunidade única”, confessando ter “elevadas expectativas” quanto à sua venda, pois os promotores conhecedores desta região, “por certo, perceberão que está aqui um loteamento com elevado potencial de valorização e de penetração em mercado, falando naturalmente das moradias mas também do lote destinado ao Hotel”.



O desafio da morfologia do terreno

Ao Público Imobiliário, João Brandão, arquiteto responsável pelo projeto, explicou que o maior desafio foi lidar com a morfologia do terreno, “com um acentuado declive em algumas zonas”, altamente compensado “pela fabulosa vista para a Serra de Sintra e, numa das encostas, para o mar”. Aliás, diz o arquiteto que aquele que poderia ser o maior óbice acabou por ser o que melhor resultou, já que as casas estão integradas no próprio terreno. “Muitas delas usam o próprio terreno para se implantar e se fundir”. Algo que, de resto, está em uníssono com o trabalho desenvolvido por este gabinete que privilegia “a integração dos edifícios nos locais, acabando por ser uma mais-valia”. Basicamente, João Brandão admite que este é um empreendimento “único”, até pelo facto de, hoje, já não se poder construir nesta zona. “Percebe-se a proximidade de Sinta e, embora muito próximo do centro histórico, é uma zona urbana”, termina o arquiteto.