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Notícia

Terrenos da “Antiga Fábrica de Lanifícios Arrentela”, no Seixal, disponíveis por 3,9 milhões de euros

Os terrenos da “Antiga Fábrica de Lanifícios Arrentela”, no Seixal, estão no mercado por 3,9 milhões de euros. Os terrenos para construção contemplam 15,4 hectares que formam um conjunto de 13 prédios rústicos e urbanos. O Millennium bcp irá analisar propostas para a sua aquisição, recebidas até dia 12 de abril.

A “Antiga Fábrica de Lanifícios Arrentela”, terrenos que “tocam” as freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, estão à venda por 3,9 milhões de euros. Ao todo, são 15,4 hectares a “abraçarem” um conjunto de 13 prédios rústicos e urbanos.



Os terrenos em análise, em Pinhal de Frades, localizam-se na margem sul do Rio Tejo, na Área Metropolitana de Lisboa, próximo da estação de comboios do Fogueteiro.



O Millenniumbcp está a receber propostas para este ativo até dia 12 de abril e destaca, entre os vários fatores de atratividade, a sua estratégica localização: frente à baia do Tejo, a existência de bons acessos rodoviários e de transportes públicos, como a proximidade da entrada para Auto Estrada A2, da estação do Fogueteiro e do barco na estação Fluvial do Seixal. “Em termos de espaços comerciais e serviços, a futura urbanização beneficiará também da proximidade do Centro Comercial Rio Sul, bem como de outras infraestruturas, como escolas, serviços municipais, comércio de grande superfície, entre outros”, disse ao Público Imobiliário Ramiro Gomes, responsável de Vendas Retalho Norte da Direção de Crédito Especializado e Imobiliário, do Millennium bcp.

O responsável acredita que a conjugação destes fatores, com o potencial construtivo habitacional nos futuros lotes, torna o ativo bastante atrativo no contexto da promoção habitacional.



Solo urbano

O PDM do Seixal classifica os terrenos como Solo Urbano, na categoria de espaço Urbanizado, sendo abrangido pelas categorias de Espaços Residenciais (26.609,44 m2), Espaços Verdes (115.086,90 m2) e Espaços de Uso Especial para equipamentos de utilização coletiva (16.037,97 m2).

Os terrenos em causa encontram-se totalmente abrangidos na Unidade Operativa de Planeamento e Gestão (UOPG) designada por UOPG 41 – Torre da Marinha / Fogueteiro. Aliás, não existindo Plano de Pormenor, esta UOPG pode ser executada através da delimitação de uma ou várias unidades de execução, sujeitas a operações de loteamento ou reparcelamento.

Neste contexto, o Millennium bcp está a diligenciar junto da Câmara Municipal do Seixal no sentido de submeter um pedido de licenciamento de operação de loteamento e obras de urbanização, cuja solução urbanística contempla a criação de lotes para habitação coletiva e comércio. “Estamos perante parcelas de terreno em relação às quais se pretende submeter um licenciamento para operação de loteamento e obras de urbanização, implicando, entre outras, a reestruturação viária rodoviária”. Assim, diz Ramiro Gomes que os principais interessados poderão ser empresas promotoras imobiliárias de média ou grande dimensão, bem como empresas promotoras da região metropolitana de Lisboa que, face ao potencial de valorização e localização (bons acessos e rede de transportes), entendam ser um bom investimento.



Prazo é 12 de abril

A proposta de operação de loteamento em causa permitirá a consolidação de uma área bruta de construção (ABC) acima do solo de 43.212 m2, dos quais 36.510 m2 afetos a habitação e 6.702 m2 a comércio. A ABC abaixo do solo está estimada em 9.792 m2. A operação de licenciamento de operação de loteamento e obras de urbanização a submeter prevê a constituição de 15 lotes com número de pisos entre 4 a 6, prevendo-se, em cave 394 estacionamentos afetos à habitação e 14 a comércio. A afetar ao uso público preveem-se 224 estacionamentos.

Como já referido, o banco irá aceitar propostas até às 17 horas do dia 12 de abril de 2019, analisando-as e tomando decisão a partir do momento em que as mesmas tenham reunido todos os elementos necessários à tomada de decisão

“Atendendo à localização e inexistência de oferta deste tipo de ativos na zona, à capacidade construtiva habitacional que poderá ser implementada, bem como ao processo de venda dinâmico com a divulgação ao mercado em geral que o banco naturalmente desenvolve, temos a expetativa de receber de imediato algumas cartas de intenção/proposta que se podem traduzir numa concretização de negócio durante o próximo trimestre”.