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Notícia

Turismo deve antecipar alterações de mercado

Diversificação e qualificação são instrumentos para prevenir dinâmicas da procura e preços

A indústria do turismo está a atravessar uma dinâmica positiva, mas os operadores alteram que se trata de “um negócio cíclico”, sendo que “a evolução da procura e dos preços tem sempre uma componente muito imprevisível”. Nesse sentido, é necessário “criar condições para manter e estimular a atratividade” do país. Num debate promovido pela Vida Imobiliária e Cushman & Wakefield, que contou com um conjunto de players do setor, Jorge Rebelo de Almeida, do grupo Vila Galé, reforçou que é necessário “diversificar as vantagens” do destino.

Também José Roquette, do Pestana Hotel Group, afirmou que “este bom momento não vai durar para sempre”. Na sua opinião, “estamos sobretudo a apanhar os ventos favoráveis da Primavera Árabe e, obviamente, estes podem parar”. Assim, “o grande desafio é qualificar para fidelizar”, no sentido de “subir preços”. Carlos Leal, da UIP, reforçou que “a grande mais-valia de Portugal é a segurança”.

Por seu turno, Diogo Gaspar Ferreira, da Associação Portuguesa de Resorts, referiu que “os investidores nacionais estão a regressar à compra de segunda habitação “com expetativa de valorização e rendimento”, e que “eventualmente possam usar também”.

Em geral, “o turismo residencial é a última fase do turismo: primeiro a procura começa na hotelaria e, à medida que o destino vai sendo descoberto, assistimos a uma movimentação das pessoas à procura de turismo residencial”.



Hotelaria em alta

No caso da hotelaria, o mercado brasileiro “teve um crescimento de 50 a 55% no mercado nacional”, sendo que “EUA e Polónia foram os que mais cresceram percentualmente quer em número de dormidas quer em número de hóspedes”. Para Cristina Siza Vieira, da AHP, “2017 será novamente o melhor ano de sempre”.

Esta procura “consistente permite a subida dos preços”. “Temos, contudo, uma estada média mais curta do que a da média europeia”, considera. No entanto, e no caso da capital, “não se conseguem fazer quartos de hotel por menos de 200 mil euros” dados os preços dos imóveis, disse Eduardo Abreu, da Neoturis.

Mas, “para que os centros históricos continuem a ser atrativos, não podemos desenvolver só turismo”, conclui Rebelo de Almeida.” É preciso continuar a trazer pessoas para os centros”, pois “sem isso um centro histórico não terá graça “. Ou seja, “é preciso criar escritórios, comércio e, muito importante, habitação”.

Ricardo Gonçalves, do grupo Hoti, considera que “a vocação turística do país tem de ser capitalizada” e “temos de estar preparados para as alterações do mercado”, acreditando que “no próximo ano, Lisboa não vai crescer, pois o aeroporto atingiu o seu limite. A procura está condicionada”.