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Notícia

Prémio Nacional de Reabilitação Urbana em marcha

Dentro de uma semana estarão abertas as candidaturas a mais uma edição do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, sendo que a entrega dos galardões terá lugar em Braga. Esta iniciativa, que vai para a sexta edição, é já uma referência nacional, que visa distinguir as intervenções urbanas de maior valia para a sociedade nas suas múltiplas valências.

PNRU 2017 recebeu 82 candidaturas nos diversos segmentos

A análise dos projetos submetidos a concurso ficará a cargo de um júri independente, formado pelo economista João Duque, por Manuel Reis Campos, presidente da AICCOPN, pelo engenheiro João Appleton, bem como pelos arquitetos João Carlos Santos e João Santa Rita.



Prémio abrangente

Na quinta edição do PNRU foram validadas 82 candidaturas, com o número de projetos a concurso a crescer 37% face aos 60 projetos que concorreram no ano anterior. Estes projetos eram oriundos de 22 concelhos de Portugal Continental e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, traduzindo um crescimento de 38% em relação aos 16 municípios abrangidos em 2016.

Olhando para a tipologia de projetos que concorreram ao prémio, o segmento mais ativo é o residencial (41%), seguido de comércio e serviços (25%), de equipamentos sociais (19%) e de turismo (15%).

Uma tendência transversal a todas as suas cinco edições, ao longo das quais foram validadas um total de 280 projetos de reabilitação, sendo que mais de uma centena (37,5%) era de uso residencial, ao passo que as restantes áreas de intervenção distinguidas pelo prémio – nomeadamente comércio e serviços, turismo e impacto social – apresentaram pesos semelhantes (em torno dos 20%) no bolo total dos projetos candidatos.

Por sua vez, na última edição, o Porto concorreu ao Prémio Nacional de Reabilitação Urbana com 27 projetos, que abrangiam todas as categorias a concurso e concentravam 33% das 83 candidaturas a nível nacional. Da Invicta chegaram projetos de todas as categorias a concurso, com a habitação de liderar, com 12 projetos localizados na cidade.

Na categoria de “Impacto Social”, foram sete as intervenções localizadas na cidade; seguindo-se “Comércio &Serviços”, com cinco projetos; e “Turismo”, com três projetos. O Porto foi o segundo concelho com maior representatividade entre os projetos candidatos ao Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2017, logo a seguir a Lisboa.

Na categoria Comercial & Serviços, o galardão foi atribuído ao Centro Corporativo da Santa Casa da Misericórdia do Porto, projeto a cargo dos arquitetos Margarida Barbosa e Lara Martins, da SCMP, com André Camelo e Miguel Ribeiro (CREA). Na categoria Melhor Solução de Eficiência Energética, o premiado foi o edifício Padaria, localizado na Rua de S. Bento da Vitória, em zona classificada como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO.