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Alegria One. EastBanc traz nova vida à esquina da Praça da Alegria com a Avenida da Liberdade num novo projeto de escritórios e retalho em Lisboa

Este projeto oferece espaços renovados de qualidade a pensar em marcas e empresas que procuram um ambiente premium numa zona central e histórica da cidade.

Desenhado pelo arquiteto Eduardo Souto de Moura, este projeto veio dar uma nova vida a um edifício histórico de Lisboa, com acabamentos e traços contemporâneos, sem nunca alterar a base histórica e arquitetónica do mesmo.

Este é um projeto único, numa das zonas mais emblemáticas de Lisboa, e que traz uma oferta de escritórios e comércio diferenciadora, para marcas que procuram um espaço de excelência. Ao nível dos escritórios, a EastBanc procurou adaptar este projeto às necessidades mais atuais das empresas, que cada vez mais procuram espaços com áreas amplas e que permitem uma enorme variedade de opções ao nível do design do espaço. Num momento em que muitas empresas estão a redefinir os seus espaços de trabalho, o Alegria One é, sem dúvida, uma excelente opção para um segmento premium.

O edifício conta com uma área de construção total de 2.800 m2 e terá 7 pisos com um total de 2.200 m2 de área comercial, divididos entre 1.300 m2 de escritórios, um espaço comercial com entrada pela Praça da Alegria e com logradouro exterior, e uma loja com entrada pela Avenida da Liberdade, de com mais de 400 m2 com 6 m de altura.

Os escritórios têm a possibilidade de serem todos utilizados por uma única empresa ou de se individualizar cada piso, tornando-o muito flexível às variações de mercado. Este edifício apresenta ainda uma cave com arrecadações de apoio às diversas frações e áreas técnicas.

O Alegria One é um projeto de referência e pretende dar um novo estímulo à Praça da Alegria, um local tão característico de Lisboa e tão adorado pelos seus residentes. Reflete na perfeição a cultura da EastBanc, que se prende diretamente com os valores da revitalização de espaços históricos de excelência, concedendo-lhes os elementos contemporâneos necessários, sem nunca desvirtuar a personalidade que tanto caracteriza estes edifícios.

O Alegria One nasce num edifício repleto de história, construído no final do século XIX, que serviu mais tarde de residência à família Keil até meados do século XX. O elemento mais célebre desta família foi Alfredo Keil que dá nome ao jardim da Praça da Alegria - contíguo a este edifício - e conhecido por ser o compositor da música do hino nacional “A Portuguesa”.

O edifício foi edificado em 1846 por Felix Nicolau Caleia e, anos mais tarde a 13 de julho de 1886, um seu descendente, Alexandre Caleia vendeu o edifício a Hans-Christian Keil, alemão que se estabeleceu em Lisboa como alfaiate, em meados do século XIX. Depois de adquirir a propriedade, Hans-Christian Keil ampliou-a, passando esta a ser composta por lojas, sobreloja, 3 andares, águas-furtadas e um jardim pertencente ao 1º andar. Curiosamente, aquelas duas datas coincidem com a inauguração da Avenida da Liberdade (1886) e a conclusão do seu traçado (1888), onde se situava e integrava a propriedade que acompanhou a demolição do Passeio Público, que marcava o fim da época romântica, substituído pela nova avenida que aportava a todo um novo universo burguês. No ano de 1954 a família Keil vendeu o imóvel à Companhia de Seguros Ultramarina, posteriormente Bonança e foi adquirida mais tarde pela EastBanc que agora promove a sua reabilitação, contribuindo para a requalificação desta zona tão valorizada pelos lisboetas.

O projeto de reabilitação mantém as três fachadas do antigo edifício e todos os elementos arquitetónicos que o caracterizam, transformando este espaço num edifício de escritórios de topo com amplos espaços, sem pilares, uma loja única voltada para a Avenida da Liberdade e outra no piso superior com ampla área exterior, mesmo no centro da Praça da Alegria.

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