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ECOCIAF continua a dar cartas na reabilitação urbana

Comprovando que há muito que a reabilitação deixou de estar restrita ao centro de Lisboa e a projetos de uso residencial e turístico, a ECOCIAF soma no seu portfólio uma gama cada vez mais diversificada de projetos, desde edifícios habitacionais, a equipamentos públicos, passando por comércio e serviços. Este crescimento é notório também a nível geográfico, com o selo da marca a ser hoje encontrado em obras distribuídas por toda a Grande Lisboa, mas também pelo Alentejo ou na Região Oeste.

Acompanhando a expansão do movimento de reabilitação que “invadiu” as ruas de Lisboa, a ECOCIAF conta já com um longo historial de obras executadas no centro da capital portuguesa. Entre as mais recentes, e já concluídas, a destacar a reabilitação feita no nº1 da Travessa do Almargem, junto à Sé de Lisboa, a reabilitação do nº44 da avenida Duque de Loulé ou dos números 89-95 da rua dos Fanqueiros e, em especial, pela sua complexidade, o projeto levado a cabo no Solar de Santana, em pleno Campo Mártires da Pátria. Abrangendo uma área de intervenção de 6.300 m², este último compreendeu a reabilitação exaustiva de um antigo palácio datado de 1611, «devolvendo à cidade um imóvel revalorizado, renovado e com elevados padrões de qualidade, sem que se perdessem as caraterísticas originais», sublinha a administração da empresa. A vila de Cascais também já conta com intervenções com o cunho da ECOCIAF, que recentemente concluiu ali a reabilitação de um edifício do início do século XX.

Entretanto, a ECOCIAF tem estado também ativa na reabilitação, requalificação e remodelação de equipamentos públicos, contribuindo ativamente para a modernização de infraestruturas chave para a população. É o caso, por exemplo, da reabilitação e requalificação da Estação de Tratamento de Água (ETA) da Barragem do Roxo, compreendendo uma área de 9.930 m² em Beja; ou da remodelação e ampliação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Beirolas, um projeto com 11.500 m² e que, tal como o anterior, se encontra já em fase de conclusão.

Dar nova vida ao património histórico

Dando nova vida a um legado com séculos de história, a ECOCIAF tem atualmente uma equipa a trabalhar na reabilitação do edifício localizado no gaveto entre a Rua da Madalena, 86-88, e a Travessa das Pedras Negras, 04-20; em plena Baixa de Lisboa. Um edifício que data de finais do século XVIII e que, graças a esta empreitada executada pela construtora portuguesa, irá ver-lhe devolvido o seu uso habitacional. Com uma área de implantação de 421 m² e composto por um piso térreo e três pisos elevados, o edifício será alvo de um reforço estrutural, tendo sido a ECOCIAF encarregue de manter todos os elementos e estruturais e arquitetónicos que assim o permitam.

Um pouco mais a norte, no casco histórico da vila museu de Óbidos, está também a decorrer o projeto do Museu do Chocolate, que resulta da requalificação do conjunto edifício localizado no nº26 da rua Josefa de Óbidos. Inserida dentro das muralhas, esta intervenção compreende dois pisos e dará lugar a um espaço de comércio e lazer, com cafeteria, fábrica e loja no piso térreo e, no primeiro andar, uma sala multiusos, bar e terraço esplanada, além de uma zona lúdica e audiovisual dedicada à história do chocolate e de Óbidos.

Apesar da sua importância, a carteira de obras da ECOCIAF está longe de estar restrita à reabilitação. A construtora continua a crescer também noutras frentes do mercado, estando também muito ativa na conceção e construção de edifícios com novos, área na qual conta atualmente com vários projetos em execução.

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