A nova organização, liderada por Antonio Baldellou, reúne 2.500 profissionais, administra cerca de 24.000 condomínios e aproximadamente um milhão de clientes nos dois países, bem como gere ainda o arrendamento de 11.000 habitações. No entanto, as marcas LDC Group, em Portugal, e inmho, em Espanha, mantêm-se ativas nos respetivos mercados, tal como os escritórios e as equipas locais.
Uma organização única
Antonio Baldellou, CEO da inmho e responsável pela nova estrutura afirmou mesmo que “Portugal e Espanha partilham há muito a mesma forma de encarar este negócio: profissionalizar a gestão sem perder a proximidade com os condomínios. Trabalhar como uma única organização permite-nos aliar a escala de um grupo ibérico ao conhecimento local das nossas equipas. A escala só faz sentido se se traduzir num melhor serviço, e esse é o compromisso que assumimos nos dois países.”
Estratégia de crescimento
Pedro Pinheiro, até agora CEO do LDC Group, integra a equipa de direção e assume a Direção de Gestão Patrimonial em Portugal, com responsabilidade na estratégia de crescimento do setor de arrendamentos. E garante: “Para os nossos clientes em Portugal, nada muda no dia a dia: continuam a contar com a sua equipa e o seu escritório de sempre. O que ganham é o apoio de uma organização ibérica com maior capacidade para investir em tecnologia e serviços.”
A integração visa acelerar um modelo de gestão mais profissional, tecnológico e especializado na Península Ibérica. A atividade inclui arrendamentos de curta e longa duração e alojamentos de férias, com cerca de 200 habitações em Portugal e 10.800 em Espanha.
As empresas
Fundado em 2002, o LDC Group, que é uma marca Loja do Condomínio, gere 8.500 condomínios e 165.000 frações, com mais de 800 profissionais. Desde 2023 que integra o Portik Group e, desde 2025, incorpora a Odevo. Já a inmho, criada em 2017, administra mais de 15.000 condomínios e conta com mais de 1.500 profissionais e 64 escritórios em Espanha. Desde a entrada de ambas no Portik Group, o número de condomínios sob gestão das duas na Península Ibérica passou de cerca de 13.000 para aproximadamente 24.000.


