Em Ferreiros, Braga, o JC Group está a desenvolver o Alto de Quintela, um empreendimento residencial com mais de 4.100 metros quadrados de área total de construção e um investimento de 5,6 milhões de euros. Com tipologias entre T1 e T4, o projeto encontra-se atualmente em fase de estrutura e tem conclusão prevista para finais de 2027.
Pensado sobretudo para habitação permanente, o empreendimento dirige-se a jovens casais, famílias e investidores que valorizem conforto, eficiência, acessibilidades e uma localização estratégica. A arquitetura foi desenvolvida internamente pelo arquiteto Fábio Martins e procura criar uma imagem contemporânea e intemporal, marcada pelo contraste entre os revestimentos escuros e os elementos brancos.
Um dos principais elementos distintivos do Alto de Quintela é a composição alternada das varandas, que gera um elegante jogo de planos e volumes. Esta solução rompe com a linearidade tradicional das fachadas, conferindo dinamismo, profundidade e uma imagem arquitetónica distinta. As varandas funcionam, ao mesmo tempo, como extensão das habitações, contribuindo para a relação entre os espaços interiores e exteriores e para a privacidade entre frações.

Uma matriz adaptável
O empreendimento faz parte de um projeto-tipo desenvolvida pelo JC Group para o seu loteamento próprio em Ferreiros. A ideia é criar uma matriz arquitetónica replicável e adaptável às características e dimensões de cada lote, uma abordagem que permite assegurar uma coerência visual e urbana entre os diferentes edifícios, mantendo uma identidade comum sem comprometer a adaptação de cada projeto às suas especificidades.
No Alto de Quintela, esse modelo foi entretanto sujeito a um processo de aperfeiçoamento. “O principal desafio no desenvolvimento deste projeto passou por evoluir um modelo arquitetónico já definido, mantendo a identidade e os princípios base do projeto-tipo, nomeadamente as mesmas tipologias e áreas das frações, mas procurando otimizar a experiência de habitar”, explica o promotor.
A intervenção incidiu sobretudo na introdução de melhorias ao nível da organização e funcionalidade dos espaços interiores, identificando oportunidades de valorização sem descaracterizar a solução original. Foram realizados ajustes que permitiram tornar os apartamentos mais eficientes e confortáveis, através de uma melhor distribuição das áreas, da otimização dos espaços e de novas valências, entre elas uma zona de lavandaria exterior.
“Este processo de melhoria contínua permitiu aperfeiçoar a solução existente, mantendo a coerência arquitetónica do conjunto, mas respondendo de forma mais eficaz às necessidades atuais dos futuros residentes”, salienta o promotor.
Eficiência desde a conceção
A sustentabilidade foi integrada desde a fase de conceção do projeto, com a adoção de soluções destinadas a melhorar o desempenho energético do edifício, o conforto térmico e o controlo dos consumos ao longo da vida útil.
Entre as soluções previstas estão o reforço do isolamento térmico das fachadas e cobertura, caixilharias com corte térmico e vidro duplo, iluminação LED e equipamentos de climatização e produção de águas quentes sanitárias de elevada eficiência. O empreendimento contará ainda com preparação para carregamento de veículos elétricos.
O objetivo, segundo o JC Group, é “proporcionar maior conforto aos futuros residentes, reduzir os custos de utilização e minimizar o impacto ambiental do empreendimento.”

Millennium bcp reforça confiança no projeto
O desenvolvimento do Alto de Quintela conta com o acompanhamento do Millennium bcp, cuja intervenção é valorizada pelo promotor não apenas pela dimensão financeira, mas também pelo contributo para a credibilidade do projeto perante os diferentes intervenientes.
“O Millennium bcp contribuiu para reforçar a solidez e a credibilidade do projeto junto dos diversos stakeholders, potenciando a confiança nas soluções desenvolvidas e facilitando a mobilização de parceiros e recursos adicionais”, salienta o JC Group. E adianta: “O reconhecimento e o acompanhamento proporcionados pela instituição constituíram fatores importantes para a consolidação do projeto, permitindo enfrentar desafios com maior capacidade de resposta e reforçando a sua sustentabilidade a médio e longo prazo.”


