Selva: o novo empreendimento que está a redefinir Marvila com habitação, jardim central e conceito comunitário

27/05/2026
Selva: o novo empreendimento que está a redefinir Marvila com habitação, jardim central e conceito comunitário

Promovido pela Dome Invest e pela Mazarik, o Selva está a nascer na Rua do Vale Formoso, em Marvila, assumindo-se como um projeto residencial de grande escala que pretende acompanhar a transformação de uma das zonas mais dinâmicas e culturalmente vibrantes de Lisboa. Mais do que um simples empreendimento habitacional, os promotores descrevem-no como “uma intervenção urbana estruturante que redefine integralmente um quarteirão”, com uma abordagem integrada entre arquitetura, paisagismo e vivência comunitária.

Implantado num terreno com cerca de 12 mil metros quadrados, o projeto global prevê quatro edifícios com cerca de 120 apartamentos organizados em torno de um amplo jardim central, elemento considerado identitário do conjunto. A primeira fase, já em construção e comercialização, corresponde a um edifício com 32 apartamentos.

Segundo os promotores, o conceito nasceu a partir do projeto paisagístico desenvolvido pelo atelier Baldios, no qual “a natureza assume um papel estruturante”, tendo a arquitetura sido pensada posteriormente para se integrar de forma equilibrada nesse ambiente. O objetivo passou por criar “um espaço de tranquilidade raro na cidade”, conciliando urbanidade e contacto com a natureza para uma experiência residencial única.

Um bairro em transformação

O empreendimento localiza-se numa das zonas de Marvila que mais tem atraído novos residentes e projetos criativos nos últimos anos. Os promotores destacam a proximidade a galerias de arte, cafés independentes, espaços culturais e comércio local, sublinhando que o bairro “mantém viva a sua autenticidade”.

Outro dos argumentos fortes do projeto é a acessibilidade. Situado junto à estação de Braço de Prata, a partir do Selva chega-se rapidamente a Entrecampos, ao Parque das Nações, à Gare do Oriente e a Santa Apolónia.

A ligação ao rio Tejo é igualmente valorizada. A menos de 500 metros encontra-se o novo parque ribeirinho de Braço de Prata, descrito pelos promotores como “uma extensão natural do projeto”.

“Estamos a oferecer arquitetura contemporânea, com design atrativo, diversas comodidades e uma oferta mais verde e integrada num bairro novo muito próximo da água. Muito poucas localizações em Lisboa conseguem oferecer esta combinação”, referem.

Apartamentos entre T1 e T5

O Selva disponibiliza tipologias entre T1 e T5, com áreas entre cerca de 50 e 250 metros quadrados e todas as frações incluem estacionamento privativo, procurando responder a diferentes perfis de utilizadores, desde jovens profissionais a famílias.

A primeira fase desenvolve-se numa área bruta de construção de aproximadamente 6.000 metros quadrados, integrada no plano global dos quatro edifícios.

O posicionamento do empreendimento é assumidamente premium, com uma forte componente lifestyle e familiar, apostando no conforto, qualidade de construção e bem-estar no dia a dia. Os preços médios situam-se entre os 6.500 e os 7.200 euros por metro quadrado, podendo ultrapassar estes valores nas unidades com rooftop ou vistas privilegiadas sobre o rio.

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Arquitetura centrada no conforto e na convivência

O projeto arquitetónico da primeira fase é assinado pelo atelier Appleton & Domingos. A proposta procurou privilegiar tipologias mais procuradas em início de ciclo de vida, nomeadamente T1 e T2, organizadas em torno do jardim central e das áreas comuns.

Nos pisos superiores, onde existem vistas de rio, foram criadas tipologias de maior dimensão, para ampliar a oferta. O projeto privilegiou ainda conforto térmico e acústico, eficiência energética e qualidade dos espaços interiores e exteriores.

“As zonas comuns foram concebidas como extensões da habitação”, explicam os promotores, destacando a importância da convivência e do bem-estar na experiência residencial.

Sustentabilidade desde a origem

A sustentabilidade esteve presente desde a conceção do empreendimento. Além da integração do jardim central como elemento estruturante, o projeto incorpora soluções técnicas orientadas para eficiência energética e redução do impacto ambiental.

O Selva terá classificação energética A, estando também previstas bombas de calor para climatização e preparação para mobilidade elétrica, com pontos de carregamento nos estacionamentos.

Para quem procura soluções habitacionais completas e equilibradas

Entre as principais comodidades do Selva destacam-se o jardim central paisagístico, piscina interior, banho turco, sala lounge com cozinha preparada para coworking e eventos e sala de fitness. Ao nível da rua o empreendimento integra espaços comerciais, contribuindo desta forma para a criação de um ambiente urbano vivo e dinâmico.

Além disso, todos os apartamentos dispõem de jardim, varanda ou terraço, indo assim ao encontro da crescente procura por habitações com maior ligação ao exterior. Segundo os promotores, estas valências procuram responder às novas exigências do mercado residencial, cada vez mais orientado para “soluções habitacionais completas e equilibradas”.

A construção do Selva arrancou em setembro de 2025 e a comercialização tem registado “uma adesão muito positiva”, com cerca de 60% das unidades já vendidas. A conclusão da primeira fase está prevista para junho de 2027.

Millennium bcp apoia este projeto

A Dome Invest e a Mazarik destacam ainda o papel do Millennium bcp no desenvolvimento do empreendimento. Segundo os promotores, o banco “teve um papel fundamental enquanto parceiro financeiro, acompanhando o desenvolvimento do projeto e estruturando uma solução de financiamento ajustada às suas especificidades.”

Este apoio “foi determinante para permitir o arranque da construção num curto espaço de tempo após a obtenção das licenças”, referem. Além do financiamento à promoção, foi também criada uma parceria com o Millennium bcp para apoiar os compradores na aquisição de habitações “com condições privilegiadas”.